“A tool is not necessarily better because it is bigger. A tool is best if it does the job required with a minimum of effort, with a minimum of complexity, and with a minimum of power.” — Peter Drucker
O Burton Group define assim Business Process Management (BPM):
BPM é uma disciplina que gerencia processos de negócio explicitamente como ativos estratégicos
Em um artigo interessante, Richard Watson apresenta o gráfico acima mostrando um pouco a evolução do que hoje chamamos de gerenciamento de processos de negócio.
E a discussão mais interessante é por que muitos ainda acham que BPM é mais uma ferramenta? Talvez porque os fornecedores nos façam pensar que é?
Estamos inseridos em sistemas e relações de tal forma complexas que, de fato, é muito difícil visualizar e monitorar processos de negócio sem a ajuda de ferramentas. Mas, a exemplo de SOA, você se engana quando afirma que está implementado BPM porque comprou o pacote de soluções de seu fornecedor.
Na minha opinião, BPM está relacionada, primeiramente, a decisões estratégicas. Um dos motivos é que não se inicia um movimento nesta direção sem o envolvimento de quase todas (ou todas) as áreas da empresa. Não consigo visualizar “BPMs departamentais”. As unidades de negócio raramente são “ilhas isoladas” do resto da corporação.
Conhecer e entender os ganhos que BPM traz é importante até para que você possa fazer juízo de valor e concluir: faz sentido implementar (ou não faz sentido) na minha empresa.
Abcs e bom final de semana!


