Google, Cloud Computing e o Domínio do Mundo

Este é mais dos daqueles artigos sobre como o Google vai dominar o mundo? Sim. Desta vez está utilizando a Cloud Computing.

A grande rede de computadores do Google, espalhada em várias localidade, é conhecida dentro da empresa como “The Cloud“.

Desafio: como explicar este ambiente complexo, esta “nuvem”, para os novos desenvolvedores do Google?

Solução: utilizando os 20% do tempo livre que o pessoal do Google tem direito para tocar seus projetos “pessoais”, um engenheiro de software, de pouco mais de 20 anos, criou um curso de programação para “the cloud”, obteve o apoio da IBM (isto mesmo!) e implantou o treinamento em universidades.

Adicionalmente a “matéria” é ministrada com o cuidado de não revelar os segredos da “The Cloud” do Google.

Uma sacada e tanto, certo? Veja como a empresa tira proveito deste tempo que outras companhias taxariam como “perdido” ou improdutivo.

O que é a Google´s Cloud?

Algo como 1 Milhão de servidores baratos que, segundo este artigo
, não são muito mais poderosos do que os micros que temos em casa, ligado em uma rede. O artigo segue comparando o fato deste “supercomputador” do Google nunca envelhecer: se um servidor está com problema ele é substituido e a “nuvem não sente absolutamente nada”. Simples assim.

Servidores necessário para o projeto

O Google fez um investimento em 40 novos servidores (isto mesmo 40) apenas para que seu engenheiro colocasse o projeto em prática nas universidades, chamado “Google 101“.

O próprio chaiman da IBM veio conversar com o CEO do Google sobre o projeto conjunto e, de trabalho feito nas horas vagas,
este projeto tornou-se o trabalho em período integral do engenheiro recem-formado.

Mais uma vez isto se tornou um negócio para o Google.

Category: Cloud Computing

One comment on “Google, Cloud Computing e o Domínio do Mundo

  1. [...] BigTable é considerado um DBMS extremamente rápido e, sim, várias características de bancos de dados “orientado a colunas”. Na verdade possui características de bancos de dados tradicionais também (”orientado a linhas”). Foi projetado para ter vários petabytes e ser distribuido através de centenas e milhares de máquinas (vide a nuvem do Google). [...]

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