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O que Steve Job deveria falar amanhã sobre o problema com o iPhone 4

Pressionada pela opinião pública, milhares de reclamações (que ela tenta esconder em seus fóruns), a Apple cedeu e fará uma conferência, em sua sede, nesta Sexta (16/07/2010).

Como tudo de bom e ruim que a Apple faz e deixa de fazer, a notícia vem se espalhando em sites e blogs do mundo inteiro. A nota que achei interessante vem de um post no site MacRumors.com. O autor do texto faz uma predição de como deveria ser a fala de Steve Jobs (se é que ele vai falar).

Apesar da seriedade do problema, não pude deixar de rir. Quem está acostumado a ouvir as palestras do chefe da Apple vai verificar que ele faz as mesmas construções gramaticais, utiliza as mesmas palavras e expressões de Jobs. No final do dia, talvez seja isto que todos gostariam de ouvir da Apple. Isto é o mais importante.

Em uma tradução livre, segue alguns trechos:

O iPhone 4 tem sido o nosso produto de maior sucesso até aqui. Estamos todos maravilhados e lisonjeados com o volume de vendas sem precedentes que vimos nas últimas semanas. De longe, é o nosso maior lançamento. Milhões de pessoas estão adorando a nova tecnologia de display – Retina – do  novo iPhone 4 etc. Tremendo.
Nós na Apple fizemos melhorias incríveis na recepção dos sinais de rádio (RF) do aparelho. …
Temos conhecimento de alguns relatos em que algumas pessoas experimentaram problemas de recepção de sinal com seus iPhones 4 se segurados de uma determinada forma. Reconhecemos que o surgimento destes problemas está relacionado com o design da “inovadora” antena externa, mas esta questão tomou um proporção exagerada devido ao problema de como a barra de sinal é apresentada.
Temos plena confiança no projeto como um todo do nosso produto. Tanto é que hoje estamos anunciando que qualquer um que comprar um iPhone 4 nestes primeiros 6 meses podem devolvê-lo – sem nenhum questionamento – até 30 dias depois da compra, sem nenhuma taxa adicional, independente de loja autorizada onde o aparelho foi comprado. Nesta conta estão inclusos os 1.7 milhões de pessoas que compraram o iPhone 4 no dia do lançamento. Temos absoluta certeza que você amará seu iPhone.
Adicionalmente, na próxima semana iremos liberar uma atualização de software que conterá (entre outras melhorias) dois itens importantes:
1) Fará com que o sinal seja exibido de forma mais correta e
2) Conterá uma atualização para o receptor de rádio do iPhone que irá melhorar e maximizar o poder do sinal mesmo quando você segurar as duas antenas de uma só vez
Por último, qualquer um que já comprou um iPhone 4 receberá da Apple US$ 50 em forma de bônus para gastar em nossas lojas. …
Isto é tudo que temos para anunciar hoje. Obrigado a todos por comparecerem.
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O e-book da Microsoft: Courier Tablet

Simplesmente fantástico. Eis um concorrente de peso para o iPad. Se o Windows CE 6, sistema operacional do “Courier” for tão estável quanto o da Apple… …a briga será boa:

Fonte: Engadget

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Plataforma aberta: é bom ou ruim?

A resposta parece óbvia: claro que é excelente ter uma arquitetura que, em algum momento, possa ser aberta para a comunidade. Um grupo de desenvolvedores independentes e empresas de todos os tamanhos irão convergir e desenvolver soluções a partir desta plataforma aberta.

A questão não é tão simples quanto parece. Este “canto da sereia” traz alguns perigos para os marujos de primeira viagem.

O caso dos “Extras” do Skype

Utilizo Skype desde as primeiras versões e hoje é somente através dele que realizo chamadas de longa distância. No Mac OS X a qualidade de voz é impressionante (assim como no Windows).

Em 11 de Setembro de 2009 quando o Skype anunciou o fim dos “Skype Extras”, muitos desenvolvedores e empresas ficaram preocupados.

Já participei de várias discussões com empresas que desenvolveram sua estratégia e seus produtos em torno da plataforma “aberta” do Skype. Imagine que você é um deles, você ficaria preocupado sabendo que seu produto depende da decisão de uma empresa que nem conhece você? Complicado, correto? Não existe “Plano B” nestas situações.

Pode até ser que o Skype esteja “fechando para balanço”, e talvez preparando o lançamento de algo melhor, como sugere este post do Techcrunch.com: ”Skype Says Next Generation Platform will Embrace Developers”.

A questão é: que mensagem a companhia passa quando informa que está descontinuando uma funcionalidade que permite integrar soluções de terceiros?

A API do Skype é free, bem documentada e, melhor, funciona muito bem. Adicionalmente não existem barreiras de entrada para começar a desenvolver, como mostra esta avaliação do Saunderslog.com. Isto sinaliza que a empresa está convidando uma imensa comunidade para se integrar e, de forma colaborativa, desenvolver produtos e serviços em que os dois lados ganham. É isto que o Google está tentando fazer com seu “Android”, foi isto que fizeram o Twitter, o Facebook, a Amazon etc.

Seria importante termos uma mensagem clara sobre as perspectivas (boas ou más) de desenvolvermos para esta excelente plataforma de comunicação.

O Caso do LinkedIn

linkedIN Depois de mais de 2 anos do anúncio de que iria  disponibilizar uma plataforma para terceiros, a exemplo do Facebook, Twitter etc, o LinkedIn anunciou nesta Segunda, 23/Nov, a sua “LinkedIn Developer Network“.

Excelente notícia certo? Quantas aplicações, corporativas ou não, redes sociais etc, poderão se beneficiar desta integração. As possibilidades são enormes.

Vejamos porém uma análise feita por Marshall KirkPatrick, do ReadWriteWeb e publicada no NYTimes.com.

De acordo com ele, a boa notícia é que…

  1. Não existe barreira de entrada. Ou seja, nada de taxas para pagar ou processo burocráticos… ….é obter a API Key e começar a desenvolver
  2. A API permite pesquisa. Você tem um contato, um e-mail e “bingo”, será possível fazer uma pesquisa na base do LinkedIn e localizar os dados profissionais do seu contato
  3. A API utiliza o OAuth, um protocolo aberto que disponibiliza um processo simples de autorização e, mais importante, padrão tanto para aplicações “desktops” como Web

… e as “bad news” são:

  1. Certamente irão iniciar as integrações com o Twitter. Concordo com o autor. Mensagens e comentários feitos no LinkedIn não tem o mesmo objetivo. O LinkedIn é para contatos e assuntos profissionais, o Twitter, bem o Twitter….
  2. Segundo o autor os termos do contrato ainda não estão claros. Exemplo: você não pode desenvolver nada que concorra com o LinkedIn…??? Complicado não?
  3. Tudo indica que o LinkedIn definiu seu próprio “Active Stream”, sinalizando que não seguirá o “padrão” utilizado pelo Facebook, MySpace, Netflix. Microformats?

E a Apple?

Existem outro excelente exemplo que é a SDK para desenvolvimento de aplicação para iPhone/iPod.

Este daria uma tese completa. É preciso receber a benção da Apple e, convenhamos, mesmo eu sendo um usuário e admirador, o processo de aprovação de uma aplicação não é, digamos, transparente.

(Aliás, o terrorismo que a empresa do Mr. Steve Jobs faz em relação a segredos de desenvolvimento é algo inimaginável. Você sabia que as equipes de hardware e de software trabalham separadas?  O conceito é semelhante a “células”, como os grupos terroristas. Parecem que esta estratégia, contra todos os manuais da gerência moderna, vem funcionando muito bem.)

Um artigo interessante, que defende a posição radical da Apple em relação ao seu SDK está em “Why Apple plays God with the iPhone SDK“. Outra excelente análise vem novamente Techcrunch.com, de Maio/2008: “iPhone SDK And Restrictions – Some of the Details are’nt Great“.

Bom, se fosse simples não seria a Apple, certo?

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A virada da Motorola(?) Qual foi o segredo?

O ano era 2008 quando Sanjay Jha, vindo de uma carreira meteórica na Qualcomm, fez a sua primeira apresentação para os funcionários da Motorola. Ele acabava de ser contratado como o novo CEO e uma das suas missões era salvar da Motorola do mesmo fim que levou a Nortel, Lucent etc.

Na sessão de perguntas, ouviu de um funcionário:

- “Por que deveríamos confiar em você?

Sua lua-de-mel na nova empresa foi curta.

(foto: Associated Press)

Um dos grandes erros da Motorola foi ter inovado com os modelos StarTac e Razr e parado por aí. Confiou nos seus produtos de sucessos. Esqueceu que toda inovação é passageira.

Os concorrentes ou escolheram o caminho de ter modelos simples, com interfaces idem, gerando um volume de vendas fenomenal, como a Nokia, ou foram altamente inovadoras, como mostrou a Apple com seu iPhone e o Google com seu sistema operacional Android com muitos serviços na “nuvem”.

Se a Motorola não tivesse um bom desempenho no natal daquele ano, tudo indicava que seria o fim da sua unidade móvel.

A estrutura explica parte dos erros

moto-estrut

Até então a Motorola, vinha utilizando a forma “clássica”, tinha estrutura verticais para sua linha de dispositivos móveis. Ou seja, havia executivos responsáveis por determinados modelos (vide figura ao lado).

O que isto gera? Simples, entre outros conflitos de interesse, cada executivo vai defender seu produto e insistir em melhorias em celulares que, por definição, terão sempre vida curta. É óbvio, ele precisa sobreviver e manter seu grupo empregado. Como admitir para o CEO e para os pares que a sua linha de produtos precisava ser extinta? Seria um atestado de incompetência!

Quando Sanjay Jha chegou na Motorola havia 22 linhas de produtos, com vários sistemas operacionais. Ele olhou e mercado e viu o líder, Nokia, estruturar seus celulares e smatrphones  em torno de um único sistema operacional – o Symbian (também utilizado pela Motorola!), a própria Apple só tem um aparelho que evolui apenas em torno de novas funcionalidades e se torna cada vez mais desejado, sem falar que ele é uma plataforma de desenvolvimento que também gera lucros para a empresa de Steve Jobs.

Já trabalhei no desenvolvimento de sistemas embarcados. Quem conhece vai entender o quanto custa ter que manter várias plataformas de sistemas operacionais: alto custo de manutenção, formação de equipes altamente especializadas (caras), os testes de liberação final (GAs) duram uma eternidade, problemas de “compatibilidade para trás” cada vez que uma versão é lançada, imensa estrutura de pós-venda etc etc.

O sinal parecia claro. Ele chamou para a mesa (um de cada vez), a Microsoft e o Google. A Microsoft avisou que um novo release do seu Windows Mobile iria atrasar bastante. Sanjay apostou todas as fichas no Google Android. Isto é o que chamamos de “foco”.

O início

Uma das primeiras ações de Sanjay Jha fez foi reunir os top executivos das 15 divisões da Motorole e pedir:

- Por favor, me digam o que vocês acham que está errado com a empresa. Quero apenas 2 slides de cada um de vocês

E Jha gosta de analisar slides. Ele faz questão de ler com detalhes os slides do apresentador, antes da reunião. Talvez fazendo o que os gestores deveriam fazer: “qual é, de fato, o verdadeiro problema aqui? Qual é a questão? Qual a causa-raiz deste problema?”. É preciso tempo, ou muita experiência, para ser chegar nas respostas à estas questões. Não se faz isto durante 50 minutos de uma apresentação.

“O problema não era a cultura de engenheiros”

Foi isto que Sanjay Jha conclui em pouco tempo. O real problema é que a Motorola não estava “conectando” seus engenheiros com o mercado, tentando conhecer o desejo real dos consumidores. Eles estavam em outra realidade.

A Motorola estava desenvolvendo telefones móveis, enquanto os consumidores queriam um pouco de tudo em seus aparelhos (vide iPhone). Falar era apenas um detalhe.

A causa-raiz, detectou Jha, era uma questão de (má) gerenciamento.

A Mudança

No 13o. dia na Motorola, Sanjay teve uma reunião com a maior operadora móvel do mundo, a Vodafone. Na mesa de discussão estavam três linhas de produtos da Motorola. O executivo da Vodafone perguntou para o CEO da fabricante de celulares:

- Caramba. Você pode escolher um destes modelos de aparelhos e me convencer por que eu deveria compra-lo?

Era outro sinal claro que alguma mudança precisava ser implementada, urgente. E ele não fez nenhum milagre, nem inventou a roda. Ele fez o que muitas empresas de tecnologia, como a Cisco, fazem:

  • Criou grupos centrais de engenheiros, marketing, gerência de produto e planejamento de estratégico de longo prazo, e fez esta turma conversarem entre si
  • E quem arbitra em  caso de divergência? Como a Cisco fez, criou um conselho, onde esta turma “lava a roupa suja” e chegam um acordo (para o bem de todos, é melhor que cheguem a um consenso, afinal qual a alternativa…?)

Resultados so far

moto-stock Bom, um das maiores operadora dos EUA, Verizon, já está comercializando o Droid Smartphone, e a gigante T-Mobile o Motorola Cliq. O vice-presidente de desenvolvimento de produtos da T-Mobile, Paul E. Cole, afirmou:

- Hoje a Motorola é um lugar completamente diferente de poucos anos atrás. Sanjay Jah tem feito um trabalho espetacular

O resultado do 3o. quarter de 2009 também foi comparativamente animador: lucro de US$ 12 M, bem diferente do prejuizo de uS$ 397 M de 1 ano atrás. O comportamento da ação está no gráfico ao lado (fonte: Nasdaq.com, fechamento do pregão de 30/out/2009). O valor da ação está no mesmo nível de Abril/2009, pré-crise financeira mundial. Ou seja, o mercado está reagindo bem em relação às mudanças.

Como nasceu o Motorola Droid e uma reunião às 18:00

Voltando a Agosto/2008, assim que Sanjay desceu da plataforma daquela sua primeira reunião com os funcionários onde foi duramente questionado, um engenheiro da empresa, Rick Osterlah, abordou o novo CEO e falou:

- Mr. Jah, já estamos trabalhando em um projeto tendo o Google Android como o novo sistema operacional

No final da mesma semana, Rick Osterlah estava no jatinho com Sanjay voando para a unidade da Motorola na Califórnia. Mr. Jah queria ver todos os detalhes pessoalmente. Poucos dias depois ele estava participando de uma reunião com todo o grupo de Rick e, não apenas pediu e revisou todos os 100 slides com antecendência, como fez perguntas detalhadas durante a apresentação e pediu que o time produzisse mais 20 slides (tive um chefe que não suporta ler nem um slide).

A apresentação foi agendada por Sanjay para iniciar às 18:00. Um “pecado mortal” para uma empresa que trabalha das 09:00 às 17:00 (já trabalhei em uma empresa similar nos EUA e a cultura é a mesma, idêntica até na jornada de trabalho).

- Reunião de 4 horas iniciando às 06:00 da noite?

“Parece mesmo que as coisas vão ser diferentes de agora em diante”, devem ter pensado os engenheiros.

MacBook e Transformers

Se meu MacBook fizesse isto…

Category: Apple, fun, off-topic

Larry Ellison (Oracle) falando sobre… …Java!?

Depois da recente aquisição da Sun, Mr. Ellison (bem a seu jeito) já partiu para a ofensiva e fez o seu show na conferência JavaOne 2009.

O chefão da Oracle foi pessoalmente afirmar o compromisso da sua empresa na continuidade do Java e JavaFX (detalhes abaixo).

Jeremy Chone (SYS-Con.com) fez esta excelente cobertura, resumindo o compromentimento da Oracle com a plataforma criada pela SUN. Resumindo:

JavaFX não é Java. Originalmente sabemos que JavaFX era para ser uma linguagem de script (como Groovy) mas, talvez por questões relacionadas a performance, virou uma linguagem compilada.

- Google Android não é um dispositivo baseado em Java. Uma observação importante. O Google Android é baseado em Linux. O SDK do Android “cross compila” o código Java para seu bytecode nativo. O desenvolvedor cria a aplicação em Java, mas a mesma não é executada em uma JVM no Android.

- Como ainda não temos uma JVM para o Android, e JavaFX precisa de uma JVM, como fazer para executar no sistema operacional do Google uma aplicação baseada nesta linguagem (JavaFX)? Discussão interessante, porém sem solução até o momento. Em tempo, no evento acima havia uma demo de uma app. JavaFX executando em uma Android… …tenhamos fé! Veja o vídeo abaixo!

- Por mais que não goste também, parece que o reinado de Java entre os dispositivos móveis já não é tão grande. Vamos lá: iPhone, o novo Palm Pre, Android etc. Segundo o autor do post original, tudo poderia mudar se Larry Ellison convencesse Steven Jobs a incluir Java nos seus iPhones. Convenhamos, seria perfeito… …sonhar não custa nada.

Category: Apple, JavaEE, Oracle

Diabetes e iPhone

Tecnologia por tecnologia não faz sentido. Inovação só faz sentido se trouxer algum benefício para a sociedade que a produz. Quando uma empresa como a Apple e o Google disponibilizam uma plataforma de desenvolvimento (SDK) dos seus dispositivos móveis para a comunidade, os benefícios são imediatos.

No mundo do iPhone/Apple já são mais de 15,000 aplicações. Com a plataforma Android/Google não será diferente.

Um excelente exemplo de tecnologia ajudando no nosso dia-a-dia veio da empresa LifScan, que faz parte do conglomerado Johnson&Johnson.

A empresa desenvolveu um aplicativo para o celular da Apple que, via Bluetooth, se conecta em um glicosometro (dispositivo para medir a glicose, utilizado por portadores de diabetes), e envia o nível de açucar no sangue para o iPhone. A aplicação então calcula a dose de insulina necessária e pode enviar mensagens para os familiares, e-mail para o médico etc… …as possibilidade são imensas.

No final, o que conta é qualidade de vida dos pacientes. Minha avó era diabética e tenho amigos que são diabéticos. Vi de perto o risco que estes portadores de diabetes correm se ocorrer um descontrole no nível de glicose no sangue.

Detalhes na reportagem do NYTime.com e no site DiabetesMine.com.

Category: Apple

Safari 4 Liberado

Se você é usuário de Mac (como eu), saiba que a versão 4 do browser Safari já está liberada. Ainda é uma versão beta mas, na minha avaliação, já está bastante estável.

Segundo a própria Apple são 150 funcionalidades, muitas relacionadas a integração, visualização de histórico (veja foto acima) etc. Vale a pena conferir a lista em  http://www.apple.com/safari/features.html.

Claro, se você ainda utiliza aquele outro sistema operacional da empresa do Sr. Bill Gates, a Apple disponibilizou também uma versão para PC/Windows.

O download pode ser feito aqui: http://www.apple.com/safari

Category: Apple

Mac: 25 anos!

Usuário ou não de Mac, você certamente vai concordar comigo que as criações da turma da maçã são muito inovadoras. Sou usuário de Mac a vários anos e afirmo, mais do que máquinas com excelente design, os Macs são estáveis, fáceis de utilizar, não tem problemas de vírus, tem uma performance além da média e mesmo com a alta do US$, ainda acho que o custo versus benefício é positivo.

Em Dezembro/08 o Mac faz aniversário de 25 anos e a revista Wired publicou uma reportagem e um “timeline” mostrando os produtos criados pela empresa que hoje produz os não menos famosos iPod e iPhone (clique na imagem abaixo).

Category: Apple

Maior Loja da Apple do País (em Campinas-SP)

O autor deste blog é fã e usuário dos computadores da Apple. Não sou seguidor da “Apple Church” e nem faço orações para o Santo Steven Jobs mas, convenhamos, a turma da maçã produz coisas incríveis.

Lojas como Fnac e Fast Shop tem espaços especiais dedicada aos produtos da Apple. Os atendentes não são lá experts, como nas Apple Stores, mas já avançamos muito.

De acordo com esta notícia da INFO será inaugurada em Campinas-SP a maior loja do Brasil dedicada a produtos da Apple (maior em área).

Por acaso em moro em Campinas e volto a postar aqui notícias desta loja depois do dia 21/Nov/2008 (data prevista de inauguração).

Um dica se você quer acompanhar as novidades da Apple é o Blog.MacMagazine, certamente o melhor blog em português sobre o mundo Apple.

Category: Apple, off-topic