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Mapeando a utilização das redes sociais no mundo

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A edição de Julho-Agosto/2010 da revista Harvard Business Review traz um infográfico interessante sobre a utilização das redes sociais no mundo.

A Pesquisa e sua Fonte de Dados

Mikolaj Jan Piskorski é professor associado na universidade de Harvard. Ele, um assistente e um designer gráfico, mapearam como as redes sociais são utilizadas ao redor do mundo e alguns países específicos e produziram um pequeno artigo com estes gráficos. O Brasil é um deles.

A fonte de dados utilizada foi o Trendstream Global Web Index, com dados atualizados de 16 países nos 5 continentes. Se você se interessa pelo assunto a visita ao site vale a pena.

Para entender o infográfico, é importante ler corretamente o que cada “pedaço de pizza” representa:

Brasil, EUA e Índia

A seguir compare o gráfico destes 3 países. Lembre-se que o grande círculo “cinza” representa a população que tem acesso à Internet (vide legenda acima).

(fonte dos gráficos: Trendstream Global Web Index)

O Infográfico da Harvard Business Review

Atenção para a identificação dos 2 eixos do infográfico: “Usuários da Internet que escrevem um Blog” versusUsuários da Internet que mantém um perfil em alguma rede social” (clique para ter acesso ao gráfico original):

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SPDY (by Google) é o novo HTTP?

spdyGoogle Antes de falar no novo protocolo Web criado pelo Google, uma pergunta simples:

Você sabe qual a missão do Google?

R – Organizar toda informação do mundo

Pretensioso? Só o tempo poderá dizer, mas a turma do “do not be evil” (lema do Google) não pára de inovar. Desta vez ele criaram um novo protocolo que diminui a latência (atraso) no carregamento das páginas Web, melhorando sensivelmente a experiência de navegar na Internet.

O novo protocolo chama-se “SPDY” (em inglês pronuncia-se “speedy“, como aquele produto de uma operadora de telefonia… …só que este, ao contrário do outro, até agora funcionou sem panes).

E o que a turma do Google obteve em ganho de performance não foi pouco:

- Aumento de 64% no carregamento das páginas (testes em laboratório com os 25 websites mais visitados do mundo)

É um “HTPP Speedy Gonzales“!


É um substituto do HTTP?

Não. O Google faz questão de deixar isto bem claro. O SPDY é parte da iniciativa “Let’s Make the Web Faster“, que tem como objetivo aumentar a velocidade de carga das páginas em 50%.

Tanto o Web server quanto o browser precisam ser “SPDY enabled”. Claro, o Google já tem uma versão do Chrome que entende “SPDY” e vai lançar em breve (SIC) uma versão do “SPDY enabled” Web server  (claro que será open-source).

Segundo o draft do protocolo, pouca ou nenhuma mudança será feita nas aplicações Web (ufa!).

Qual o problema com o HTTP?

Nenhum, a questão que o HTTP não foi planejado para resolver problemas de latência. E as páginas dinâmicas e carregadas de conteúdo, flash, vídeos etc, em nada se compara àquelas de 10 anos atrás (veja a 1a. página Web).

Alguns dos problemas do HTTP:

  • Uma requisição por conexão. Um servidos aguarda 500 ms entre conexões para prevenir o reuso do canal TCP para requisições adicionais. Os browsers tem um “quebra-galho” para contornar esta limitação: aumentaram o números de conexões por domínio de 2 para 6
  • Apenas o lado cliente pode realizar uma solicitação (request). Mesmo quando o “server” sabe que seu “client” precisa daquele recurso, não há mecanismo de informar o cliente… …o servidor deve aguardar o request
  • Request/Response headers não “compactados”. Headers podem variar de 200 bytes até 2K, com 700 – boo bytes na média. Em conexões ADSL onde temos “upload link” bem mais lentos (menor banda), esta latência é relevante

E como o “SPDY” vai ajudar a contornar estes problemas?

  • Multiplexed requests. Em português, diferente do HTTP, não haverá limite de requests concorrentes em uma conexão “SPDY”.
  • Priorização de requests. Sonho de todo administrador de servidor Web. Isto evita problemas de congestionamento do canal TCP com requisições não prioritárias enquanto os requets mais importantes ficam “na fila”
  • Header compactados. Se uma página pode enviar de 50 a 100 subrequests, veja a quantidade de informação redundante e sem utilidade que trafega quando você solicita uma página

Onde está a mágica?

HTTP se baseia em múltiplas conexões para implementar concorrência. O resultado desta abordagem é uma sobrecarga no servidor e um trabalho extra no cliente para evitar esta situação (muitas conexões no servidor).

“SPDY” adiciona uma camada (framing layer) que faz a multiplexação de vários streams concorrentes através de uma única conexão TCP. E este layer é otimizado para o padrão request-response do nosso velho HTTP.

Google tem todos os motivos do mundo para deixar a Internet mundial mais rápida, sem necessidade de grandes mudanças além, é claro, de tentar “emplacar” um novo protocolo que pode (sim!) substituir o HTTP.

Repetindo a pergunta, pretensioso demais? Não sabemos. Agora, você gostaria que a sua nagevação fosse 64% mais rápida? Alguma dúvida?

Twitter X Facebook X MySpace

Para quem se interessa pelo tráfego atual destes sites, segue gráfico com o resumo destes acessos elaborado pelo site Compete.com.

Alguns outros números sobre o Twitter no site da ComScore.com.

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Internet no Mundo (by IPligence.com)

(fonte IPligence.com)

O mapa acima (clique para visualizar o mapa completo) foi preparado pela IPligence.com e mostra a distribuição dos endereços IPs no mundo inteiro.Os E.U.A. tem mais de 55% dos endereços e vemos um forte crescimento na Ásia. A tabela abaixo também compilada pela empresa mostra esta distribuição em detalhes. Impossível não relacionar com a distribuição de renda mudial.


(fonte IPligence.com)

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