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Larry Ellison vai pagar US$ 10 milhões de prêmio…


…se alguma organização conseguir provar que o seu banco de dados (Oracle) não roda pelo menos duas vezes mais rápido em um servidor da SUN, quando comparado à performance em um servidor da arqui-rival IBM.

Alguém se habilita? São US$ 10 milhões

ps.: vale instalar o Oracle no IBM Roadrunner?

(fonte: Associated Press)

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IBM iNotes: concorrente corporativo para o GMail?

inotesxgmail.png

A IBM anuncia o lançamento do LotusLive iNotes, um Web-based e-mail para o mercado corporativo. Tudo indica que este produto é resultado da aquisição da Outblaze, uma empresa de Hong Kong.

A “big blue” aposta que ainda existe demando no mercado por um serviço mais “estável” e que as empresas estão dispostas a pagar por isto. As últimas instabilidades de alguns serviços do Google é uma das armas da IBM contra o o principal concorrente do seu novo e-mail. O Google alega que seu seu Google Apps (nome da sua suite) alega que tem mais de 15 milhões de usuários no mundo.

Preço

A diferença por usuário/ano é considerável. Ponto para o iNotes. A questão que o produto da IBM se restringe ao e-mail, contatos e calendário, enquanto que o Google tem uma série de outros aplicativos.

  • IBM LotusLive iNotes: US$ 36/funcionário/ano
  • Google GMail: US$ 50/funcionário/ano

Tamanho do Inbox

Ponto a favor do Google. Ele oferece um inbox com 25 Gb enquanto que o iNotes apenas 1 Gb. Convenhamos, 1 Gb é muito pouco (se quiser mais espaço você precisará pagar mais).

Estabilidade

É bem verdade que ocorreram alguns imprevistos com os serviços do Google, mas eu desconheço serviço 100% livre de falhas. O preço para ter “zero” de “downtime” certamente não seria este que a IBM cobra. Textos de lançamento de produto e artigos de revista não garantem estabilidade dos serviços. Precisaríamos ter acesso ao SLA do iNotes para verificar qual o “uptime” garantido. Se alguem encontrar este SLA me avise.

De qualquer forma, a concorrência é sempre benéfica. Bom final de semana!

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Os dados do seu consumo de energia nas “nuvens”

tree.gifMuito tem-se lido e ouvido sobre computação nas “nuvens” ou “cloud computing” porém, fora os “datacenters nas nuvens”, ainda sabemos pouco sobre exemplos reais, soluções práticas que utilizem este paradigma de computação.

Um exemplo é o anti-vírus nas “nuvens”. Veja meu post “Anti-vírus nas nuvens” e um outro exemplo que detalhei em “Energia sob Demanda? Use SOA e BPM”.

Como o nosso consumo de eletricidade foi parar nas “nuvens”

Uma máxima da engenharia de processos afirma que: “Você só controla aquilo que mede”.

Com base nisto, os pesquisadores da IBM, em conjunto com a empresa Consert (de onde vem a imagem utilizada neste post), desenvolveram uma solução para medição e acompanhamento (pela Internet) da energia elétrica de empresas e residências.

O simples ato de acompanhar estes dados já sinaliza, positivamente, mudanças em nosso estilo de vida. Detalhes como desligar equipamentos que ficam eternamente em stand-by, o tempo no chuveiro elétrico, temperatura da geladeira nas madrugadas etc.

A economia esperada é de 40% o que, na minha opinião, é muito. Mas creio ser possível reduzirmos isto e ainda mais (quem não se recorda da época do risco do “apagão”, em que foi necessária uma redução maior do que isto?).

Controlando dispositivos domésticos

De acordo com esta matéria da FastCompany.com, o projeto-piloto iniciou em Julho/2009 no estado da Carolina do Norte. Utiliza uma rede 3G da operadora Verizon para que os medidores inteligentes (“smart meters”) transmitam as informações para um banco de dados na Internet (olha a “nuvem” aí).

Os usuários que fazem parte do projeto podem verificar seu consumo diário na rede, e o sistema projeta o custo final no mês, baseado no perfil de consumo histórico. Adicionalmente, o Consert system pode controlar até 256 dispositivos domésticos, desligando-os quando você está fora de casa. O vídeo abaixo demonstra o objetivo do projeto, do ponto de vista da empresa de energia:

Dell compra Perot Systems: mais um passo em direção a Serviços

dellperot.png A Dell deu mais um passo para diversificar sua atividade central (fabricação de PCs e periféricos).

A transacão, de acordo com esta notícia da Bloomberg, envolve US$ 3,9 bi, em cash (US$ 30/share da Perot).

Seguindo os passo da sua rival no mercado de PC e #1, Hewlett-Packard (Dell é a #2), o fundador da empresa sabe que as possibilidades de ganho no mercado de serviço é maior do que o mercado de PC. A compra também tem como alvo a IBM e sua enorme unidade de serviços.

E a aposta foi alta. A Perot Systems é uma empresa de outsourcing, infraestrutura (incluindo solução de virtualização), serviços de consultoria, desenvolvimento de software etc. Ambas as empresas foram fundadas no Texas, EUA. Conforme diz o anúncio no site da Perot, uma foi fundada no dormitório da universidade (Dell) e a outra em uma mesa da cozinha (Perot Systems).

Segundo Michael Dell, CEO da empresa que leva seu nome, a Perot é um ativo valioso as operações das 2 companhias se complementam:

“We consider Perot Systems to be a premium asset with great people that enhances our opportunities for immediate and long-term growth. This significantly expands Dell’s enterprise-solutions capabilities and makes Perot Systems’ strengths available to even more customers around the world. There will be efficiencies from combining the companies, but the acquisitionmakes such great sense because of the obvious ways our businesses complement each other”

(Michael Dell, 21-Set-2009)

Detalhes da compra aqui e também neste link do NYTimes.

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Mercado de TI no Brasil: alta de 8,2% em 2008


No post anterior tratamos da desoneração do mercado exportador de software brasileiro e traçamos um paralelo com o poderoso mercado de TI e BPO (Business Process Outsourcing) da Índia.

Hoje vamos tratar de alguns dados do mercado brasileiro. São dados do ano de 2008, compilados pela editora Plano Editorial responsável pela publicação do Anuário Informática Hoje 2009 que, segundo reportagem publicada no jornal Estado de São Paulo de hoje, estará em circulação a partir de segunda-feira (31/08). As imagens abaixo também são desta reportagem.

Outras informações sobre o mercado de TI brasileiro, também com dados de 2008, você pode encontrar no meu post “Pesquisa de TI: mercado brasileiro” (07/07/2009), que apresenta o trabalho produzido pela FVG (Fundação Getúlio Vargas).

Receita Líquida

A receita líquida continua crescendo, apesar da crise mundial, ou até por conta dela. Isto é uma excelente notícia. Embora o crescimento  não tenha repetido os números de 2007, continuamos crescendo.

Um nota: assim que a crise estorou, por volta de Agosto/2008, falei para um reporter que me questionou se o mercado de Telecom seria afetado: “…falamos muito quando tudo está bem, falamos mais quando estamos em crise…”.

De fato, em um estudo apontado pela NASSCOM.org, o mercado de Telecom foi um dos poucos não (tão) afetado pela crise. Ainda não tive acesso aos detalhes da pesquisa mas, certamente, Telecom e Finanças (bancos) ainda são, na minha opinião, as áreas que “puxam” esta curva.

Apesar do primeiro trimestre de 2009 ter sido muito ruim, com congelamento de vários projetos, a tendência é que em 2009 o ritmo continue muito bom. A desoneração da folha de pagamento das empresas exportadoras de software pode contribuir com este resultado. Vamos acompanhar.

A Divisão do Mercado

Seguindo uma tendência mundial, Serviços corresponderam por mais da metade do mercado (52%), Hardware com 37% e, no final da fila, Software com apenas 11%.

Os Líderes

A HP se consolidou como fornecedor líder do mercado nacional, seguida bem de perto da IBM. Os valores abaixo da Hewlett Packard Brasil ainda não incluem os números da empresa EDS, adquirida em 2008.

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SOASocial – Comunidade Links e Artigos SOA (IBM e InfoQ)

IBM e InfoQ se uniram para criar o que eles alegam ser a primeira comunidade social com foco em SOA.

O SOASocial.com é portal que reune informações relevantes sobre arquitetura orientada a serviços. Vários blogs renomados, artigos, pesquisas etc, são reunidos (“sindicalizados”) nesta comunidade com o objetivo de divulgar ainda mais esta estratégia de arquitetura de software.

Você tem acesso a todos os links lá postados e, caso queira, pode se registrar e até mesmo contribuir com sugestões e comentários (info <at> soasocial.com).

Recomendo também que você dê uma olhada nas pesquisas de opinião disponibilizadas no portal. Veja o resultado parcial da enquete: “Você acha que Governança é fator central no sucesso de SOA?“. Dê sua contribuição! Abraços!

 

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IBM Investe US$ 300 Milhões em Cloud Computing

Nota do Bits/NY Times informa que a IBM está investindo US$ 300 milhoes na construção de data centers para prover recovery services.

O que isto tem a ver com “computação nas nuvens”? Bem a iniciativa, que faz parte da estratégia da divisão de serviços da IBM (uma das que apresentam as maiores taxas de crescimento), é fornecer serviços dentro da “filosofia” “cloud computing“.

Uma das questões é: você disponibilizaria para a “big blue” todos dados da sua empresa. Veja um trecho:

The obstacle for many companies, Mr. Olds said, is “going to be the
trust issue — are you going to let I.B.M. or any other company hold
your data?”

On the trust issue, I.B.M. has as strong a hand as anyone, Mr. Olds
said, given its long history as a technology supplier and partner to so
many corporate customers. “But trust could be an inhibitor,” he noted.

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POJO Web services, Spring e Apache CXF

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O site DeveloperWorks/IBM está lançando uma série de tutoriais sobre a implementação de Web services utilizando Apache CXF e Spring. A parte 1 deste tutorial está disponível aqui (acesso livre).

O tutorial é muito “hands on” com exemplos dos códigos e link para download de todos os fontes e aquivos de configuração da aplicação-exemplo.

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O Maior Supercomputador do Mundo (hoje)

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O maior supercomputador, hoje, é da IBM. Segundo a “big blue”, esta máquina (vide foto) foi contruida para a Administração Nacional de Segurança Nuclear, e está instalado dentro do famoso laboratório de Los Alamos (onde foi desenvolvido o Projeto Manhattan que construi a primeira bomba nuclear na segunda guerra mundial).

Vamos a alguns números desta super-máquina:

  • 1.02 petaflops ou 1.02 quatrilhão de operações por segundo
  • 6.984 chips AMD Opteron dual-core (base dos blade servers LS21 da IBM)
  • 80 terabytes de memória
  • são necessários 288 racks “bladecenter”
  • ocupa 557,41 m2
  • 10,000 conexões (infiniband e Gigabit Ethernet) precisam de 91,73 Km de cabos ópticos
  • 226,796 Kg é o peso do supercomputador

Para quem se interessa, esta é a fonte da notícia e, deste mesmo post vem o raking atual dos maiores supercomputadores:

Um detalhe adicional, o nome dado à esta super-máquina é “roadrunner”, que vocês devem lembrar do desenho animado (não é da minha época :-) ).

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Mercado de Middleware: IBM, BEA e Oracle (nesta ordem!)

Alguns números interessantes do mercado mundial de middleware em 2007, revelado por um estudo do Gartner:

  • O Mercado movimentou US$ 14.1 bilhões
  • Em relação à 2006, houve um aumento de 12.9%
  • Para efeito comparativo, o mercado de banco de dados foi de US$ 18.6 bilhões
  • O faturamento do líder (IBM) foi maior do que a soma do faturamento do 2o. (BEA) e do 3o. (Oracle) vendor
  • As vendas da IBM totalizaram US$ 4.1 bilhões, passando a ter 28.9% do market share (ante 28.3% de 2006)
  • As vendas da BEA foram de US$ 1.3 bilhões com 9.3% do market share (era 9.8% em 2006)
  • A Oracle totalizou US$ 1.2 bilhões com 8.5% do mercado (um aumento de 8% em relação a 2006)

O 4o. lugar ficou com a Sterling Commerce (US$ 443 milhões), com uma participação de 3.1% do mercado, e o 5o. lugar foi da Microsoft (US$ 426 milhões), que tem 3% do mercado (era 2.4% em 2006).

Como todo grande mercado, segue uma das regras da economia que afirma que quanto maior o mercado mais concentrado é em relação aos fornecedores. Oracle e BEA juntas venderam apenas 61% do que vendeu a “big blue”, e estas três tem 47% de todo mercado de middleware.

Com a união da Oracle e BEA (operando em conjunto, de fato, apenas desde 01/06/2008) elas estão reposicionando os produtos no mercado. Quais produtos irão ser descontinuados, quais serão aproveitados, como ficam as bases já instaladas etc. Todo este processo deve beneficiar ainda mais a empresa líder neste ano de 2008.

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