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Apresentação “Gerando Valor com SOA”

Em Outubro/2009 eu fiz uma apresentação para uma grande empresa de desenvolvimento de software. O tema era Como Gerar Valor com SOA ou Como Vender SOA na Crise.

Fiz um resumo desta apresentação e disponibilizei no SlideShare.net para visualização e/ou download. São apenas 10 slides de conteúdo (12 no total).

Se você encontrar seu (sua) chefe no elevador, mostre apenas os slides 4 e 5 (“Como Vender SOA na Crise“). Se ele(a) ficar convencido, peça uma reunião de 30 minutos e apresente o restante.

Diferente do que se recomenda para as apresentações, não inclui muitos gráficos (perdoem-me pelo excesso de textos nos slides).

O objetivo desta apresentação é compartilhar com todos vocês algumas dicas de como é possível “vender” SOA. Estas notas são resultado da experiência prática de tentar mostrar o valor de SOA e como ela pode ajudar no nosso desafio diário de construir soluções de software e integrá-las.

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SOA Simpósio e Apresentações Disponíveis

Nos dias 22 a 30 de Outubro de 2009, será realizada o 2o. SOA International Symposium, na Holanda.

O evento contará com nomes como Grady Booch, Anne Thomas Manes e Thomas Erl, que fará a apresentação “The Next Generation SOA” na abertura do evento. Pois é, estou curioso para saber como é esta “nova geração SOA”. Anne Thomas, que escreveu o polêmico artigo “SOA is dead; Log life Services“, vai tratar do tema “The Resurrection of SOA“.

As apresentações do 1o. Simpósio (2008) estão todas disponíveis para download neste link.

Veja algumas:

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SOA Summit 2009: Apresentações Disponíveis

No início de Maio/2009, na cidade de Scottdale, AZ, ocorreu a versão 2009 do SOA Summit. O evento é realizado pela gigante de software, Software AG.

As apresentações (em formato PDF) realizadas no evento estão disponíveis para download (sem necessidade de informar nada, apenas clicar e baixar o PDF).

Algumas delas são muito interessantes, como o case de automação de força de vendas usando SOA, apresentado pelo diretor de tecnologia de uma dos maiores canais de distribuição da Coca-cola nos EUA.

Outra recomendação: veja as apresentações com foco em arquitetura do analista da ZapThink, Jason Bloomberg. Estas são mais do que recomendadas.

Estratégia de TI, Apresentação Disponível

Como prometi neste post, abaixo está a versão resumida da apresentação sobre Estratégia de TI, tema da palestra que apresentei na AMCHAM/Goânia, em 22/05/2009.

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Palestra na AMCHAM Goiânia: Planejamento Estratégico e TI

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Ontem (22/05/2009) estive pela primeira vez na cidade de Goânia (GO) para realizar uma palestra na Câmara Americana de Comércio (AMCHAM).

O tema foi “Planejamento Estratégico e a Tecnologia de Informação“. Como SOA faz parte da nossa estratégia, falei um pouco da experiência da mudança de arquitetura na empresa, em direção a uma arquitetura orientada a serviços.

Infelizmente não posso disponibilizar a versão integral da apresentação. Volte a este blog na próxima semana e você poderá ter acesso a uma versão com alguns slides.

SOA, Open Source Cloud e o grupo “Eagles”

Apresentação feita por Sanjiva Weerawarana propõe uma solução para implementar uma “Open Source Cloud”, eliminando ou diminuindo a dependência de “nuvens proprietárias”.

O evento foi o The SOA Symposium, patrocinado pelo Departamento de Defesa do governo dos Estados Unidos (DoD).

Alguns exemplos de “nuvens prorietárias”: Amazon EC2, Microsoft Azure, Google App Engine. O autor recorre até à letra de “Hotel California” (Eagles) para explicar a situação de quem utiliza estas “clouds”:

‘Relax,’ said the night man,
‘We are programmed to receive.
You can check-out any time you like,
But you can never leave!’

Um trecho dos comentários do autor:

“Cloud computing is primarily about three things: on-demand scaling for peak load management, multi-tenant sharing, and parallel execution. On-demand scaling refers to the ability of the cloud to allow an application to consume more resources as the demand on the application increases and for this to happen without over participation from the developer. Multi-tenancy relates to how a single application can be shared and used securely (and independently) by different consumers. Finally, parallel execution enables an application to request additional hardware and to execute in the entire set of nodes as a parallel computer. The most challenging part of the puzzle is providing a single programming model for application developers.”

Cloud Computing e o fim do Anti-Virus

Um dia o seu anti-virus não estará no seu desktop, estará nas “nuvens”.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan está trabalhando em um projeto denominado CloudAV, que tem por objetivo mover todas as funcionalidades de um anti-virus para a “network cloud”. Isto mesmo, para as nuvens.

Esta é mais uma das possibilidades da cloud computing. Imagine um grid para analisar a existência de vírus nos arquivos que trafegam na Internet. O poder computacional é infinitamente maior que o do seu desktop ou notebook.

O banco de dados de vírus também estaria atualizado mais rápido e não importaria que S.O. você utiliza na sua máquina. A premissa é que o arquivo trafegue pela rede mundial (Internet).

Nos testes conduzidos pela equipe do projeto o CloudAV foi 35% melhor na detecção das pragas mais comuns. Parece mesmo que o futuro está nas nuvens!

Outras fontes:

TIBCO e Apresentação de BPM

A TIBCO vem realizando uma série de semniários sobre SOA e BPM (Canada e EUA). Uma destas apresentações está disponível para download em http://www.tibco.com/resources/dm/soa/succeedingsoabpmbrown.pdf (sem custo, sem necessidade de registrar, basta clicar e baixar o PDF com 21 slides).

O material é excelente, vale a pena investir 10 minutos, principalmente porque eles não “falam” de nenhum produto da TIBCO.

Abaixo estão alguns view-graphics desta apresentação.

1. Onde está o Processo?

Os silos e a forma de integração atual: Qualquer sistema pode “falar” com outro, porém…

  • O relacionamento entre os processos de negócio e os sistemas não fica claro
  • A infraestrutura de TI é muito frágil
  • TI se torna um “peso” e não um ativo como outros da empresa

2. SOA e BPM Refinam esta Estrutura

Vejam onde BPM “entra” nesta estrutura introduzindo uma separação (necessária) entre processos e serviços.

3. Visão da Arquitetura (Big Picture): SOA + BPM

Este é um dos view-graphics mais importantes: mostra a nova visão da arquitetura e onde alguns dos elementos da arquitetura orientada a serviços “se encaixam”.

Mule continua liderando no Open-Source ESB


Pouco antes do 2o. evento anual da comunidade Mule, MuleCon 2008, que acontenceu em San Francisco nos dias 1 e 2 de Abril, Ross Mason, CTO (Chief Technology Officer), concedeu esta entrevista ao site eWeek.com.

Vamos resumir os principais pontos:

1. Ele confirmou que o MuleSource irá lançar uma nova versão do seu ESB, sem precisar uma data (na verdade, veja sobre o lançamento do Mule 2.0, cujo GA [General Availability] ocorreu em 31-Mar-2008).

2. Quando comparado com outros produtos “fechados” tais como Iona e Sonic Software:

they have a lot more tools and all that proprietary IP. But the reason people like to use Mule is its simplicity. And they can build best-of-breed ESB and SOA solutions with Mule because we offer a lot of flexibility

3. Alguns outros detalhes do Mule Project:

  • Fundado em 2003 por R.Mason
  • Mais de 2,000 pessoas usuárias de sistemas em produção
  • Como surgiu a idéia?: quando trabalhava em um projetos de integração do back-end de 7 sistemas sistemas, ele descobriu que mais de 90% do código utilizado em uma integração poderia ser utilizado na integração seguinte.
  • Java ou Web-service?: inicialmente o produto foi desenvolvido com base em Web-services porém, por questões de performance, ele optou pela linguagem Java.

4. Alguns outros projetos importantes que o pessoal da MuleSource está trabalhando:

  • Desenvolvimento de um DSL [

5. Palavras do Analistas sobre o Mule:

  • Chris Haddad, um analista do Burton Group:

    If you want a lightweight, integration-centric ESB, you appreciate open source, and you have reasonably sophisticated developers, you’ll probably like Mule.

  • Jason Bloomberg, um dos analistas da ZapThink (sempre citado neste blog), afirma que de fato o Mule já é um dos mais populares ESB open-source porém, existem 2 (dois) grandes desafios que o “mercado de ESBs” precisa enfentar (concordo com ambas):
    • Too many organizations wrongly believe that buying an ESB can give them SOA

    • There’s no single definition of ESB in the marketplace

Mais sobre Mule veja estes posts deste blog: “Mule ESB: A Case Study“, “Mule ESB(II): 500,000 Downloads and couting…“, “Open-source ESB: O que falta no Mule?“.

Cinco coisas que você deve evitar em SOA

David Linthicum lista as cinco coisas que você deve evitar ao escolher SOA como sua nova abordagem de arquitetura de sistemas:

1. Utilizar as pessoas erradas: um bom arquiteto(a) é fundamental; dependendo do tamanho da sua organização, um time de arquitetos(as). Seja pragmático. Aquele excelente desenvolvedor, pode não ser a melhor escolha. Identifique os profissionais com a mente aberta para a nova abordagem de uma arquitetura orientada a serviços. Digo sempre que SOA é um estilo de vida, e adotar este novo estilo de vida requer, por vezes, uma mudança na forma de pensar e muita persistência. David Linthicum aconselha: “não deixe os consultores e os fornecedores definirem e dirigirem a nova arquitetura”.
2. Selecionar a tecnologia cedo demais: Linthicum alerta que este é um dos maiores erros que uma organização pode cometer. Pense e reflita no problema e nos requisitos, mantenha o foco na arquitetura. A tecnologia vem depois para auxilia-lo a resolver os problemas. “SOA é algo que você pratica, não é algo que você compra”, continua ele. Repita este “mantra”: Negócios -> Requisitos -> Análise -> Tecnologia. De novo: Negócios -> …
3. Não considerar “service design”: um dos objetivos de uma arquitetura orientada a serviços é “externalizar serviços” de sistemas existentes e também construir novos serviços “do zero”. Na prática temos uma regra 10/90: 10% novos serviços e 90% de “serviços” que já existem. Por fim, considere sempre a granularidade, reusabilidade e testes (e mais testes) dos seus serviços.
4. Não entender o negócio: entenda os principais processos de negócios, os que define estes processos e as pessoas-chave e, muito importante, traga os analistas de negócio para o seu time. Como faze-los apoiar a sua nova arquitetura se eles não fazem parte da estratégia?
5. Não planejar a longo prazo, de forma estratégica: aqui o consulta informa que “SOA tem um impacto positivo depois de anos, não de meses”; e repete algo que sempre digo nas minhas apresentações – SOA não é um projeto e sim uma jornada; SOA requer uma mudança “sistêmica” e não deve ser tratada apenas como uma instância de uma arquitetura. SOA deve ser A arquiteura. Esta mudança leva tempo para ser consolidada e você será bem sucedido na medida em que obtiver comprometimento da alta direção nesta escolha, neste nova forma de desenhar as soluções, ou melhor, os serviços.

A apresentação (resumida acima) está nestes 04 vídeos (cada um com 9 min/média): parte I, parte II, parte III, parte IV.