Nokia Symbian, Research in Motion (RIM/Blackberry), Microsoft Windows Mobile, Palm OS, Linux, Mac OS X (iPhone), Google Android… …ainda existe espaço para mais um sistema operacional para dispositivos móveis?
A coreana Samsung acha que sim e acaba de lançar o Bada, definida como uma plataforma aberta (a exempo do Android), com a diferença que foi desenvolvida apenas para os celulares que ela produz.
Nas principais funcionalidades da nova plataforma, além de todo blá, blá, blá comercial de inovação, core extensível para desenvolvimento etc, me chamou a atenção a seguinte frase:
Samsung bada includes integrated support for service-oriented features to enable the development of connected applications…
Não sei se é mais uma jogada de marketing porque, infelizmente, eles não detalham exatamente o que vem a ser estas “service-oriented features“.
E como está o mercado de sistemas operacionais móveis?
De acordo com o Gartner, o Symbian da Nokia ainda lidera com vantagem, apesar da queda de participação no market share global em relação a 2007.

(fonte: SOASimples a partir dos dados do Gartner)
Talvez o movimento de “abrir” o código do Symbian não seja suficiente para impedir a queda na participação global do sistema operacional da empresa finlandesa. O Web OS da Palm, o crescimento espantoso das vendas do iPhone e, principalmente, o surgimento do Google Android, indicam que o jogo vai ser pesado.
Ter ou não ter o seu próprio sistema operacional?
Em um aspecto a unidade de celulares da Samsung tem todos os motivos do mundo para ter seu próprio sistema operacional: a não dependência de terceiros no seu “core business”.
Foi o que fez a Nokia em 2008 ao comprar os 52% que ainda estavam nas mãos dos outros participantes do consórcio que desenvolveu o Symbian. Ela fez uma “conta de padeiro”: apenas em 2007 a gigante finlandesa pagou mais de US$ 250 milhões em taxas de licenciamento; investiu US$ 410 milhões e comprou todos os direitos do sistema operacional e ainda liberou a plataforma para os parceiros, aí incluido a Samsung.
Ter o próprio sistema operacional é um jogo arriscado e que depende da estratégia global da empresa. A companhia precisa ter dinheiro em caixa para investir pesado em R&D, precisa ter pessoal muito qualificado, precisa ter foco e definir qual é o seu negócio. Parece que a Samsung tem todos estes requisitos. Será que a Motorola deveria ter trilhado este caminho lá atrás? Fica a pergunta.
Outra vantagem, ainda não constatada, é que o Bada será uma plataforma aberta, com direito a application store (como a Nokia, Apple, RIM…). Todos ganham com desenvolvimento colaborativo, principalmente a empresa que disponibiliza sua plataforma.
Por fim, vejam a evolução do market share de 2007 para 2008. Observem o crescimento do sistema operacional da Apple (+245,7%) e a queda da Nokia (-6,1%).
(fonte: SOASimples a partir dos dados do Gartner)



A Hewlett Packard (HP) acaba de assinar um contrato com a brasileira Vale do Rio Doce para gerir a sua gestão da infraestrutura de TI no mundo inteiro (vide mapa ao lado), além de promover a consolidação de servidores.
Depois do anúncio de ontem de que o 
A Dell deu mais um passo para diversificar sua atividade central (fabricação de PCs e periféricos).
Com uma oferta de R$ 5,4 bilhões que, segundo o presidente da empresa francesa, é um preço razoável.









