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A virada da Motorola(?) Qual foi o segredo?

O ano era 2008 quando Sanjay Jha, vindo de uma carreira meteórica na Qualcomm, fez a sua primeira apresentação para os funcionários da Motorola. Ele acabava de ser contratado como o novo CEO e uma das suas missões era salvar da Motorola do mesmo fim que levou a Nortel, Lucent etc.

Na sessão de perguntas, ouviu de um funcionário:

- “Por que deveríamos confiar em você?

Sua lua-de-mel na nova empresa foi curta.

(foto: Associated Press)

Um dos grandes erros da Motorola foi ter inovado com os modelos StarTac e Razr e parado por aí. Confiou nos seus produtos de sucessos. Esqueceu que toda inovação é passageira.

Os concorrentes ou escolheram o caminho de ter modelos simples, com interfaces idem, gerando um volume de vendas fenomenal, como a Nokia, ou foram altamente inovadoras, como mostrou a Apple com seu iPhone e o Google com seu sistema operacional Android com muitos serviços na “nuvem”.

Se a Motorola não tivesse um bom desempenho no natal daquele ano, tudo indicava que seria o fim da sua unidade móvel.

A estrutura explica parte dos erros

moto-estrut

Até então a Motorola, vinha utilizando a forma “clássica”, tinha estrutura verticais para sua linha de dispositivos móveis. Ou seja, havia executivos responsáveis por determinados modelos (vide figura ao lado).

O que isto gera? Simples, entre outros conflitos de interesse, cada executivo vai defender seu produto e insistir em melhorias em celulares que, por definição, terão sempre vida curta. É óbvio, ele precisa sobreviver e manter seu grupo empregado. Como admitir para o CEO e para os pares que a sua linha de produtos precisava ser extinta? Seria um atestado de incompetência!

Quando Sanjay Jha chegou na Motorola havia 22 linhas de produtos, com vários sistemas operacionais. Ele olhou e mercado e viu o líder, Nokia, estruturar seus celulares e smatrphones  em torno de um único sistema operacional – o Symbian (também utilizado pela Motorola!), a própria Apple só tem um aparelho que evolui apenas em torno de novas funcionalidades e se torna cada vez mais desejado, sem falar que ele é uma plataforma de desenvolvimento que também gera lucros para a empresa de Steve Jobs.

Já trabalhei no desenvolvimento de sistemas embarcados. Quem conhece vai entender o quanto custa ter que manter várias plataformas de sistemas operacionais: alto custo de manutenção, formação de equipes altamente especializadas (caras), os testes de liberação final (GAs) duram uma eternidade, problemas de “compatibilidade para trás” cada vez que uma versão é lançada, imensa estrutura de pós-venda etc etc.

O sinal parecia claro. Ele chamou para a mesa (um de cada vez), a Microsoft e o Google. A Microsoft avisou que um novo release do seu Windows Mobile iria atrasar bastante. Sanjay apostou todas as fichas no Google Android. Isto é o que chamamos de “foco”.

O início

Uma das primeiras ações de Sanjay Jha fez foi reunir os top executivos das 15 divisões da Motorole e pedir:

- Por favor, me digam o que vocês acham que está errado com a empresa. Quero apenas 2 slides de cada um de vocês

E Jha gosta de analisar slides. Ele faz questão de ler com detalhes os slides do apresentador, antes da reunião. Talvez fazendo o que os gestores deveriam fazer: “qual é, de fato, o verdadeiro problema aqui? Qual é a questão? Qual a causa-raiz deste problema?”. É preciso tempo, ou muita experiência, para ser chegar nas respostas à estas questões. Não se faz isto durante 50 minutos de uma apresentação.

“O problema não era a cultura de engenheiros”

Foi isto que Sanjay Jha conclui em pouco tempo. O real problema é que a Motorola não estava “conectando” seus engenheiros com o mercado, tentando conhecer o desejo real dos consumidores. Eles estavam em outra realidade.

A Motorola estava desenvolvendo telefones móveis, enquanto os consumidores queriam um pouco de tudo em seus aparelhos (vide iPhone). Falar era apenas um detalhe.

A causa-raiz, detectou Jha, era uma questão de (má) gerenciamento.

A Mudança

No 13o. dia na Motorola, Sanjay teve uma reunião com a maior operadora móvel do mundo, a Vodafone. Na mesa de discussão estavam três linhas de produtos da Motorola. O executivo da Vodafone perguntou para o CEO da fabricante de celulares:

- Caramba. Você pode escolher um destes modelos de aparelhos e me convencer por que eu deveria compra-lo?

Era outro sinal claro que alguma mudança precisava ser implementada, urgente. E ele não fez nenhum milagre, nem inventou a roda. Ele fez o que muitas empresas de tecnologia, como a Cisco, fazem:

  • Criou grupos centrais de engenheiros, marketing, gerência de produto e planejamento de estratégico de longo prazo, e fez esta turma conversarem entre si
  • E quem arbitra em  caso de divergência? Como a Cisco fez, criou um conselho, onde esta turma “lava a roupa suja” e chegam um acordo (para o bem de todos, é melhor que cheguem a um consenso, afinal qual a alternativa…?)

Resultados so far

moto-stock Bom, um das maiores operadora dos EUA, Verizon, já está comercializando o Droid Smartphone, e a gigante T-Mobile o Motorola Cliq. O vice-presidente de desenvolvimento de produtos da T-Mobile, Paul E. Cole, afirmou:

- Hoje a Motorola é um lugar completamente diferente de poucos anos atrás. Sanjay Jah tem feito um trabalho espetacular

O resultado do 3o. quarter de 2009 também foi comparativamente animador: lucro de US$ 12 M, bem diferente do prejuizo de uS$ 397 M de 1 ano atrás. O comportamento da ação está no gráfico ao lado (fonte: Nasdaq.com, fechamento do pregão de 30/out/2009). O valor da ação está no mesmo nível de Abril/2009, pré-crise financeira mundial. Ou seja, o mercado está reagindo bem em relação às mudanças.

Como nasceu o Motorola Droid e uma reunião às 18:00

Voltando a Agosto/2008, assim que Sanjay desceu da plataforma daquela sua primeira reunião com os funcionários onde foi duramente questionado, um engenheiro da empresa, Rick Osterlah, abordou o novo CEO e falou:

- Mr. Jah, já estamos trabalhando em um projeto tendo o Google Android como o novo sistema operacional

No final da mesma semana, Rick Osterlah estava no jatinho com Sanjay voando para a unidade da Motorola na Califórnia. Mr. Jah queria ver todos os detalhes pessoalmente. Poucos dias depois ele estava participando de uma reunião com todo o grupo de Rick e, não apenas pediu e revisou todos os 100 slides com antecendência, como fez perguntas detalhadas durante a apresentação e pediu que o time produzisse mais 20 slides (tive um chefe que não suporta ler nem um slide).

A apresentação foi agendada por Sanjay para iniciar às 18:00. Um “pecado mortal” para uma empresa que trabalha das 09:00 às 17:00 (já trabalhei em uma empresa similar nos EUA e a cultura é a mesma, idêntica até na jornada de trabalho).

- Reunião de 4 horas iniciando às 06:00 da noite?

“Parece mesmo que as coisas vão ser diferentes de agora em diante”, devem ter pensado os engenheiros.

Mobile Money e o Impacto no PIB

Como já comentei em posts anteriores (“Pagamento móvel vai decolar?”, parte I e parte II), as possibilidades do pagamento móvel ou “mobile money” são enormes.

Cerca de 2 anos atrás eu li uma reportagem de um exemplo de como o SMS (Short Message Service) ajuda na transferência de valores em aldeias na África. Funciona assim:

- Jovens saem de suas aldeias e se dirigem para cidades médias e grandes centros em busca de trabalho e educação

- Com parte da renda que eles obtêm nas cidades é enviada de volta para sua família que ficou no interior

- Na aldeia de origem, por vezes, não existe sequer energia elétrica, banco então, nem pensar. Como resolveram o problema?

- Bem, mesmo nos lugares mais longíquos, existe rede de celular. Algumas poucas pessoas, em geral pequenos comerciantes, tem acesso a serviço móvel utilizando aparelhos de celular muito simples

- Os jovens transferem créditos ($) de seus celulares pré-pagos para os celulares, também pré-pagos, dos comerciantes que moram nas aldeias de seus pais

- A família faz compra de alimentos nestas pequenas lojas e o comerciante faz o débito do valor dos bens adquiridos dos créditos enviado pelos filhos. O comerciante ganha um percentual, que também é debitado do valor dos créditos recebido via SMS

O Impacto no PIB

A novidade agora é um estudo do Banco Mundial que mediu o impacto que 10 celulares a mais a cada 100 habitantes: PIB tem um incremento de 0,8 pontos percentuais (8%!)Pode parecer pouco, mas não é!

Hoje temos mais de 4 bilhões de celulares no mundo, 75% destes em países desenvolvidos. No Quênia, por exemplo, um país pobre da África sub-sahariana, tem 38 milhões de habitantes e 18,3 milhões de celulares, ou 40% da população.

Um outro exemplo, muito parecido com o que citei acima, está descrito em uma reportagem de hoje na “The Economist“. O texto detalha o sistema M-PESA, lançado em 2007 pela Safaricom, do Quênia e que já tem 7 milhões de usuários.

A propósito a mesma “The Economist” publicou uma repostagem especial “Mobile marvels” que trata do benefício que países pobres e emergentes (como Brasil e Índia) estão se beneficiando com o crescimento da base de usuários de telefonia móvel.

Veja no gráfico abaixo o quanto a quantidade de usuários cresceu em apenas um ano nos países emergentes:

(fonte: The Economist)

Um estudo do Banco Mundial

Tive acesso a um excelente relatório do Banco Mundial, datado de Junho/2008, com muitos dados e informações sobre o impacto da telefonia celular na redução da pobreza no campo. Se você se interessa pelo assunto, recomendo a leitura.

Deste estudo vou apresentar apenas um gráfico que demonstra como está correlacionado positivamente o PIB per capita e a área de cobertura da telefonia celular (no caso GSM), na América Latina:

pibgsm.png
(fonte: Banco Mundial, 2008)
A propósito, recebi esta semana a edição no.76 da HSM Management e a reportagem de capa é “A Era Mobile”. Leitura mais do que recomendada. Abraços!
(atualizado às 00:50 AM de 25/09/2009 para inclusão do relatório do Banco Mundial e o link da HSM no.76)
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Os dados do seu consumo de energia nas “nuvens”

tree.gifMuito tem-se lido e ouvido sobre computação nas “nuvens” ou “cloud computing” porém, fora os “datacenters nas nuvens”, ainda sabemos pouco sobre exemplos reais, soluções práticas que utilizem este paradigma de computação.

Um exemplo é o anti-vírus nas “nuvens”. Veja meu post “Anti-vírus nas nuvens” e um outro exemplo que detalhei em “Energia sob Demanda? Use SOA e BPM”.

Como o nosso consumo de eletricidade foi parar nas “nuvens”

Uma máxima da engenharia de processos afirma que: “Você só controla aquilo que mede”.

Com base nisto, os pesquisadores da IBM, em conjunto com a empresa Consert (de onde vem a imagem utilizada neste post), desenvolveram uma solução para medição e acompanhamento (pela Internet) da energia elétrica de empresas e residências.

O simples ato de acompanhar estes dados já sinaliza, positivamente, mudanças em nosso estilo de vida. Detalhes como desligar equipamentos que ficam eternamente em stand-by, o tempo no chuveiro elétrico, temperatura da geladeira nas madrugadas etc.

A economia esperada é de 40% o que, na minha opinião, é muito. Mas creio ser possível reduzirmos isto e ainda mais (quem não se recorda da época do risco do “apagão”, em que foi necessária uma redução maior do que isto?).

Controlando dispositivos domésticos

De acordo com esta matéria da FastCompany.com, o projeto-piloto iniciou em Julho/2009 no estado da Carolina do Norte. Utiliza uma rede 3G da operadora Verizon para que os medidores inteligentes (“smart meters”) transmitam as informações para um banco de dados na Internet (olha a “nuvem” aí).

Os usuários que fazem parte do projeto podem verificar seu consumo diário na rede, e o sistema projeta o custo final no mês, baseado no perfil de consumo histórico. Adicionalmente, o Consert system pode controlar até 256 dispositivos domésticos, desligando-os quando você está fora de casa. O vídeo abaixo demonstra o objetivo do projeto, do ponto de vista da empresa de energia:

05 Maneiras de Implementar SOA: Receitas de Sucesso

Não existe uma receita para implementar SOA.

Na verdade não gosto muito da frase “implementar SOA“. SOA é um estilo de arquitetura que se propõe, utilizando uma abordagem de “orientação a serviços”, diminir o tempo que TI levar para implementar solução (reuso), prover infraestrutura robusta e eficaz para integrar os sistemas, preservar o legado etc etc. Expor e combinar serviços, de forma que eles possam ser governados e compor os mesmos para criar novas aplicações e novos serviços…. …este é o mundo SOA.

Percebeu porque “implementar” não é propriamente o termo correto? Em todo caso, vamos voltar ao artigo da Computerworld.com, base deste post.

Na reportagem são citados 05 (cinco) cases de empresas (americanas) e a experiência delas na jornada (prefiro este termo) em direção à SOA.

1. Comcast

Uma das maiores (se não a maior) operadora de TV a cabo dos EUA. Eis a sua abordagem:

  • Se preocuparam inicialmente com a arquitetura e não em comprar ESB
  • Depois de desenvolver a arquitetura, o foco foi o framework de governança para implementação e gestão dos novos serviços
  • Direcionou os esforços iniciais de SOA para o legado (e.g. billing)
  • Tempo de maturação do projeto: 18 meses
  • Lições aprendidas: “…a Comcast deveria ter desenvolvido um modelo de serviço de dados comum depois de definir a arquitetura. Sem serviços de dados padrões para acessar informação corporativa e gerenciar interações entre sistemas, os desenvolvedores acabaram projetando seus serviços para executar o trabalho de diferentes maneiras, o que gerou inconsistências, quebrando a promessa de SOA de possibilitar um mix fácil de componentes de serviços

2. Leapfrog

Uma das mais conhecidas fabricantes de brinquedos educativos.

  • Cenário: vários sistemas e soluções em Java 5 e 6, C# da Microsoft e web services com diversas bibliotecas de terceiros
  • Objetivo: maior reutilização de código, desenvolvimento mais veloz e integração mais fácil; mas a empresa não queria limitar a iniciativa SOA a uma mudança da guarda de ferramentas de desenvolvimento e plataformas de integração
  • Abordagem: POJO, ESB Open-source (Mule), utilização de 2 (dois) ESBs – um para gerenciar fluxo de dados e outro para aplicações Web (Portal do cliente)
  • Por que o Mule?…porque sua única tarefa é gerenciar mensagem. Todos os fornecedores comerciais queriam nos vender um pacote completo de produtos. Mas o ponto principal de SOA é passar de um sistema fechado para outro’…“, afirma o diretor de infraestrutura de sistemas

3. United Airlines

Grande empresa aérea dos EUA, companhias aéreas, assim como empresas de Telecom, de Finanças etc, tem muitas tarefas baseadas em eventos. É neste ponto que entra a EDA (Event-driven Architecture).

  • Histórico: a United investiu há tempos em EDA, usando o WebSphere da IBM como barramento de mensagem por sete anos. Em 2006, deu início a uma implementação SOA para lidar com os web services modernos usados no web site United.com.
  • Precisa conviver com estes 2 ambientes (EDA e SOA)
  • Desafio: projetar e implementar serviços em uma empresa que tem duas arquiteturas e necessita de ambas
  • Problemas que tiveram com ESB: “ESBs não utilizam padrões fora dos padrões de web services”, afirma o gerente de middleware da United
  • Por que o ESB é tão importante? a United “...valoriza o uso de ESBs para SOA e EDA porque eles lidam com mensagem, transformações de dados e outras tarefas críticas de roteamento de dados….
  • Experiência com EDA+SOA: falta de esquemas XML padrões para EDA, fazendo com que a transferência de mensagens entre serviços EDA e SOA seja mais complexa e demande mais pessoal.

4. Thomson Financial

Empresa de serviços de informações financeira (também uma das maiores do mundo).

  • Lições aprendidas: “…Um grande número de empresas aprecia o conceito de SOA porque ele promete acelerar o desenvolvimento. Mas alguns desenvolvedores descobriram que um elemento-chave da governança de serviço, na realidade, pode retardar o desenvolvimento, roubando a velocidade prometida.
  • Serviços: muitos (milhares) com om alta granularidade, baixa granularidade — com tudo que pode haver entre os dois — e uma equipe de arquitetura pequena
  • Solução: recorrer à automação utilizando ferramentas de avaliação de políticas da WebLayers. “As ferramentas são mais eficientes e não deixam passar violações”, diz o VP de serviços de gerenciamento de produto

5. Jabil

A Jabil é uma grande empresa de manufatura (monta circuitos, impressoras, computadores etc).

  • Desafio: integração do cliente – por exemplo, sistemas de billing, previsão e entrada de pedidos e os muitos sistemas utilizados por seus clientes; é muito difícil gerenciar toda esta comunicação ponto-a-ponto à medida que a base de clientes cresce e evolui os próprios sistemas
  • Arquitetura anterior: baseada em “hubs” de integração para trocar informações com seus mais de 5.000 parceiros. Resultado: muita dificuldade para manter manualmente todas as interfaces
  • Solução: adotou princípios SOA para substituir a maioria destas conexões personalizadas por conexões baseadas em serviços que possibilitam a reutilização de funções comuns
  • Produto/Abordagem de implantação: Ao invés de usar um ESB para gerenciar mensagens, um registro para gerenciar o repositório de serviços ou um ambiente de desenvolvimento orientado a SOA para desenvolver os serviços, a Jabil emprega o Gentran Integration Suite da Sterling Commerce para as três finalidades. O pacote é projetado para interações do supply-chain.
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Orientação a Serviços e Orientação a Objetos

SOA Magazine Logo O dilema “OO versus SOA” é um dos artigos da SOA Magazine de Fev/2008. Além deste, a edição deste mês tem outros 3 (três) que tratam sobre SOA no GovernoSegurança em SOA e Integração com Composição de Serviços baseados em Processo.  Vamos a um pequeno resumo destes artigos:

  • SOA in Government: Law Enforcement Use Case“: um exemplo de como a adoção de SOA pelas agências do governo (americano) tem crescido. O exemplo citado neste artigo detalha como a arquitetura orientada a serviços foi utilizada por um agência do Segurança do governo dos EUA. Mais precisamente, como os vários sistemas de rastreamento e de segurança foram integrados através de um ESB. 
  • Integration with Process-Centric Service Composition“:  sugere que com uma abordagem orientada a processos as empresas serão mais ágeis e poderão responder ao mercado em um tempo menor. Se os nossos sistemas não serão mais vistos como “silos” nossos processos não podem ser vistos como “funções de negócio”. 
  • Service-Orientation and Object-Orientation Part I: A Comparasion of Goals and Concepts“: o próprio editor da SOA Magazine, Thomas Erl, assina este artigo. A figura abaixo (extraida do artigo) mostra como Orientação a Objetos (OO), EAI, and Web Services, juntamente com BPM influenciaram a Orientação a Serviços:Service Orientation e suas InfluênciasUma visão interessante de como a Orientação a Serviços é um superset da Orientação a Objetos é mostrada na figura abaixo (que eu preparei com base neste artigo):OOAD versus SOA
  • Security in SOA – It’s the Car, Not the Garage“: segurança em SOA é sempre uma questão complexa. Este artigo traz comparações interessantes sobre os aspectos de segurança de alguns “paradigmas” que utilizamos hoje. Veja a tabela abaixo:SOA Magazine Logo
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