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Qual país solicita mais exclusão de dados ao Google? Brasil? Será?

Sim! É o nosso querido Brasil.

A notícia interessante vem do site FastCompany.com. O Google compila e consolida todas as requisições para exclusão de informações de suas bases de dados. Registre-se que todo o mérito deste excelente infográfico é da Good Magazine, juntamente com o pessoal da MGMT.Design.

A versão em tamanho gigante deste gráfico pode ser visualizada neste link ou simplesmente clicando na figura abaixo.

Surpreso? Eu fiquei.

Nota: a China considera segredo de estado as solicitações de exclusão de dados feitas ao Google

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Google App agora com backup nas “nuvens”

Empresas como Motorola (unidade de celulares), Capgemini, SalesForce, já estão utilizando a suite de  aplicativos Google App.

Quais as reais motivações que levaram cada uma destas grandes empresas a confiar suas mensagens, documentos, planilhas, apresentações, milhares e milhares de informações confidenciais… …à “nuvem” do Google?

Tudo bem que US$ 50/ano/funcionário é um grande motivador, e todos sabemos qual foi o voto do VP de finanças quando perguntado se ele concorda com a adoção do Google App. Ter também 25 GB de espaço de e-mail de cada funcionário, com backup incluido neste preço, é um “luxo” que poucas empresas podem oferecer hoje em dia (a US$ 50/ano/funcionário?).

Imagine um custo de uma unidade mundial da Motorola com dezenas, talvez centenas de servidores Microsoft Exchange, técnicos e analistas de suporte 24×7, espaço e energia em data-centers, unidades de backup, atualização de softwares, licenças anuais etc etc. Não é preciso fazer nenhuma conta para ter certeza que US$ 50/ano/funcionário é uma fração do que eles gastavam, apenas para manter esta infra-estrutura gigantesca e garantir a entrega de e-mails.

Disaster Recovery in the Cloud, by Google

Em um anúncio (04/Março/2010), o Google informa como funciona a “replicação síncrona” em caso de qualquer desastre. O “restore” seria não apenas dos e-mails, mas também das informações no Google Calendar, Google Docs, e Google Sites.

E aqui uma informação sobre como mensurar se  a solução de disaster recovery é adequada? De acordo com Rajen Sheth, Senior Product Manager do Google Apps, existem 2 (dois) indicadores básicos:

RPO indica quanto de informação você está disposto a perder quando uma catástrofe ocorre (e convenhamos nestes últimos meses, desastres estão cada vez mais frequentes).

RTO é quanto tempo você está disposto a esperar até que o processo de restore finalize e os funcionários possam voltar a seus postos.

Com uma solução destas nas “nuvens” uma das vantagens é que o RPO=zero.

Existem muitas outras variáveis que você deve avaliar antes de disponibilizar e confiar todas as informações de sua empresa nas nuvens mas, certamente, um cenário de disaster recovery como este descrito acima, deve pesar na decisão pró “nuvem”.

Documentos do Microsoft Office na nuvem do Google: Aquisição da DocVerse

Em 2007 dois ex-engenheiros da Microsoft fundaram uma start up para desenvolver um plug-in que seria adicionado ao Office da toda-poderosa de Redmond. O objetivo do plug-in é permitir um processo de colaboração na “nuvem”.

O que o Google fez na Sexta, 05/Mar? Assinou um cheque de US$ 25 milhões e adquiriu a DocVerse. Isto é alinhamento estratégico. Veja porque: MS Office tem, aproximadamente, 600 milhões de usuários no mundo; como facilitar ao máximo migração de parte destes usuários para a suite do Google? Disponibilizando um plug-in para sincronizar todos os documentos do Office para sua “nuvem”. Entenderam?

(nota: ainda não está claro se o plug-in da DocVerse será distribuido gratuitamente; minha aposta é que sim!).

Um dia antes, Steve Balmmer, CEO da arqui-rival conseguiu a proeza de não apresentar nenhuma novidade no assunto “Cloud Computing” em um evento na universidade de Washington (confira os detalhes neste post de uma das analistas mais atualizada em assuntos da Microsoft, Mary-Jo Foley/ZDNet.com).

Nas palavras do CEO e fundador da  DocVerse, Shan Sinha, a Microsoft não está mesmo se movimentando rápido em direção à computação nas nuvens:

“We recognized this trend was happening, It’s one of the reasons we left Microsoft to start DocVerse. Getting to the cloud means there’s going to be a large number of people who are starting from software that’s 20 years old. [Our concern] was how best do we bring people into the cloud? When we think about Google, what see see is the company that’s really starting to define, and has defined, how cloud-based applications should work.”

Veja que a opinião é de um ex-funcionário da Microsoft.

Sincronização com o Outlook

Para quem ainda não conhecia, segue o anúncio da funcionalidade de sincronismo do MS Outlook com o Google App (Junho/2009):

(atualizada às 19:52 para inclusão de informações)

Onde Google, Yahoo, Apple e Microsoft competem?

Nick Bilton do NYTimes.com fez um resumo dos produtos ou serviços onde as gigantes Google, Microsoft, Apple e Yahoo competem.

O quadro-resumo tem 25 áreas e a indicação se a empresa tem solução que atende total ou parcialmente.

O Google, por exemplo, é 2a. empresa que mais tem produtos ou serviços de acordo com esta lista. A duas exceções são: MP3 player (dispositivo e loja virtual) e o mercado de jogos (consoles e software).

A Microsoft tem solução para quase tudo, menos o hardware do dispositivo móvel (celular ou smartphone).

A Apple não se interessa por console de jogos e nenhuma solução de busca on-line ou redes sociais.

E o Yahoo parece que está parado no tempo, com poucas inovações fora do mundo on-line.

Estratégia

Mesmo que de uma forma muito simplificada, o quadro apresenta um resumo da estratégia de cada empresa.

O Google, como a Apple, descobriu que as informações irão convergir para os dispositivos móveis. Investir no sistema operacional Android e em seu celular Nexus One são a comprovação. Concluíram também que tudo estará na “nuvem” da Internet e que o mercado de sistema operacional para desktops não será tão lucrativo como foi um dia. O seu Chrome OS vai levar à criação e migração de mais e mais aplicativos para a Web, e vai definir o HTLM v.5 como o padrão para tal.

A Microsoft não emplacou seu tocador de MP3 (Zune), está indo muito bem no mecanismo de pesquisa on-line (Bing), mas ainda não tem registrado o crescimento fantástico registrado pelo Google que, no último trimestre de 2009 quintuplicou (5x) seu lucro líquido em relação à 2008, e registrou um aumento de 17% nas suas vendas (detalhes neste link).

Se, no final das contas o que vale é o resultado financeiro, o comportamento das ações mostra uma face desta estratégia. Veja abaixo o comportamento das ações da Apple, Google, Microsoft e Yahoo nos últimos 5 anos. Em qual você investiria?

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Em uma imagem, porque o Google Nexus One será um sucesso

Consegue ver a imagem de um “Nexus One“, o novo smartphone do Google, abaixo da barra de pesquisas? Como lembrou Nick Bilton, do blog Bits/NYTimes.com, qual produto ou empresa não gostaria de aparecer na página com maior número de acessos diários do mundo?

São mais de 2,5 bilhões de acessos/mês (vide abaixo)!

Vamos a alguns números (fonte Compete.com, dados consolidades de Novembro/2009):

-   146,063,379 de visitantes únicos / mês

- 2, 636, 325,410 acessos /mês

Qual a possibilidade de um *bom* produto ou serviço ter sucesso com esta visibilidade? Responda você mesmo!

Ok, é bem verdade que a página acima ainda não é disponibilizada para todos os países mas, certamente é uma questão de tempo. Lembrando que já são mais de 16,000 aplicações disponíveis para o sistema operacional do smartphone (Android).

Aproveitando que estamos falando em volume de acesso: Google X Yahoo X MSN

(FONTE: COMPETE.COM)

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Já conhecem o Google Goggles? Mais um motivo para ter um celular com Android

“A good sketch is better than a long speech”

–Napoleão Bonaparte

A idéia não é nova. Já vi outras aplicações similares… …mas esta é do Google!

A máxima de “uma imagem vale mais do que mil palavras” é uma tradução livre da frase acima de Napoleão Bonaparte.

A tecnologia de “Visual Search” acaba de ganhar uma aplicação do gigante de buscas: Google Goggles.

googlegoggles01

Com seu celular Android, aponte a câmera para um objeto, um livro, um local, e o Google Goggles traz as informações que ele conseguir localizar na sua imensa base de dados.

Exemplo:

- aponte para uma atração turística, uma loja e ele trará a localização, dados geográficos etc

- no rótulo de um vinho, a origem, safras etc

- se é uma pintura, o autor(a) da obra de arte

- etc…

As possibilidades são quase infinitas (além de ser mais um bom motivo para você ter um celular com Android).

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O que é Google realmente quer com o seu Chrome OS?

O Google quer ou não quer dominar o mercado de sistemas operacionais?.

Um argumento contra é que se ele desejasse mesmo dominar este mercado, por exemplo, os engenheiros do Chrome OS teriam se preocupado com o mundo corporativo, que representa uma enorme parcela de usuários dos desktops/notebooks. Não tire suas conclusões agora. Veja o restante do texto.

O Chrome OS deverá ser lançado no segundo semestre de 2010, mas a agitação já começou desde o anúncio no meio deste ano de 2009. O equipamentos-alvo são os, cada vez mais populares, NetBooks, com processadores de baixo consumo de energia.

Tudo foi calculado para que este seja, de fato, o 1o. sistema operacional da era da “Cloud Computing”, em que o browser será o próprio sistema operacional.

A algum tempo já não dependo de muitos softwares presentes no meu iMac. Planilha eletrônica, processador de texto, agenda, calendário e todas as centenas de aplicações que a Web 2.0 trouxe.

Para completar, uma solução em que posso agregar meu documentos, notas, links sobre um determinado assunto: o Google Wave. Simplesmente fantástico. Hoje eu defino os assuntos do meu interesse, agrupo as minhas notas, PDFs, artigos, apresentações, vídeos etc, em “waves” no Google Wave. Desta forma, eu posso dar continuidade nas minhas pesquisas e trabalhos de qualquer lugar onde tenha um acesso a Internet.

Então, qual o propósito do Chrome OS?

Este artigo de Vijay Pandurangan dá uma pista da estratégia por trás do lançamento de um sistema operacional sem custo direto, 100% baseado na Web: a criação de melhores aplicações Web, 100% compatíveis com o HTML-5. Quem afirma isto é um ex-funcionário do Google, que trabalhou lá por 6 anos. Algum crédito ele tem.

A conclusão parece óbvia, de tão simples que é. Mas vamos tentar pensar estrategicamente.

Aqui vão meus R$ 0,10 de contribuição para esta discussão:

- Qual a missão do Google? Já escrevi isto é um post anterior (“SPDY (by Google) é o novo HTTP?“): Organizar toda a informação do mundo.

- A informação não pode estar nos “silos individuais” de informação que são nossos desktops, notebooks, netbooks e até mesmo celulares (lembram da estratégia de “dados nas nuvens” do Motorola Cliq?)

- A informação precisa – e acho que boa parte dela vai – “migrar” para a “nuvem”. As empresas que entenderam isto estão se dando bem (vide “Cloud na Amazon: US$ 220 Milhões/ano“)

- Quer outro exemplo: a Motorola acabou com todas as centenas de servidores Microsoft Exchange que ela utiliza no mundo inteiro. Os empregados chegaram pela manhã e o seu e-mail @motorola tinha sido migrado para o GMail! Veja porque tudo indica que Sanjay Jha vai mesmo revulocionar a Motorola (“A virada da Motorola(?) Qual foi o segredo?“)

- A estratégia do Google pode ter sido então: “vamos criar um ambiente livre, onde a dependência das ‘aplicações desktop’, que exigem um cliente em cada desktop, seja cada vez menor…

- Qual a melhor forma de atingir este objetivo? R- “Que tal um sistema operacional livre, leve, baseado em algo já estável e conhecido – Linux -, que forme uma imensa comunidade de desenvolvedores que irão construir ou migrar aplicações para este sistema operacional?

Isto, meu caro leitor, chama-se “Alinhamento Estratégico“. Leia novamente a missão do Google acima e veja como as ações são coerentes, alinhadas, não apenas esta do Chrome OS, mas de todas as soluções que eles desenvolvem.

E a Microsoft?

A Microsoft certamente vai se movimentar. Apesar de quase sempre chegar com algum atraso e de pouco contribuir com inovações, analistas de mercado já afirmam que o seu “Windows 7″ é o último “big bang” da gigante de Redmond. Espero mesmo que seja, e vejam como eles evoluiram. Diferente do “Windows Vista”, o Windows 7 é muito superior do que seus antecessores.

O ponto é: quando este momento chegar, qual empresa estará mais madura e apta a dominar o mercado de SOs? Vai fazer diferença qual sistema operacional você vai utilizar se grande parte das aplicações que utilizamos no dia-a-dia estarão na Web? Você vai pagar por uma caixinha com um DVD que vai instalar um browser no seu computador pessoal?

Abcs!

SPDY (by Google) é o novo HTTP?

spdyGoogle Antes de falar no novo protocolo Web criado pelo Google, uma pergunta simples:

Você sabe qual a missão do Google?

R – Organizar toda informação do mundo

Pretensioso? Só o tempo poderá dizer, mas a turma do “do not be evil” (lema do Google) não pára de inovar. Desta vez ele criaram um novo protocolo que diminui a latência (atraso) no carregamento das páginas Web, melhorando sensivelmente a experiência de navegar na Internet.

O novo protocolo chama-se “SPDY” (em inglês pronuncia-se “speedy“, como aquele produto de uma operadora de telefonia… …só que este, ao contrário do outro, até agora funcionou sem panes).

E o que a turma do Google obteve em ganho de performance não foi pouco:

- Aumento de 64% no carregamento das páginas (testes em laboratório com os 25 websites mais visitados do mundo)

É um “HTPP Speedy Gonzales“!


É um substituto do HTTP?

Não. O Google faz questão de deixar isto bem claro. O SPDY é parte da iniciativa “Let’s Make the Web Faster“, que tem como objetivo aumentar a velocidade de carga das páginas em 50%.

Tanto o Web server quanto o browser precisam ser “SPDY enabled”. Claro, o Google já tem uma versão do Chrome que entende “SPDY” e vai lançar em breve (SIC) uma versão do “SPDY enabled” Web server  (claro que será open-source).

Segundo o draft do protocolo, pouca ou nenhuma mudança será feita nas aplicações Web (ufa!).

Qual o problema com o HTTP?

Nenhum, a questão que o HTTP não foi planejado para resolver problemas de latência. E as páginas dinâmicas e carregadas de conteúdo, flash, vídeos etc, em nada se compara àquelas de 10 anos atrás (veja a 1a. página Web).

Alguns dos problemas do HTTP:

  • Uma requisição por conexão. Um servidos aguarda 500 ms entre conexões para prevenir o reuso do canal TCP para requisições adicionais. Os browsers tem um “quebra-galho” para contornar esta limitação: aumentaram o números de conexões por domínio de 2 para 6
  • Apenas o lado cliente pode realizar uma solicitação (request). Mesmo quando o “server” sabe que seu “client” precisa daquele recurso, não há mecanismo de informar o cliente… …o servidor deve aguardar o request
  • Request/Response headers não “compactados”. Headers podem variar de 200 bytes até 2K, com 700 – boo bytes na média. Em conexões ADSL onde temos “upload link” bem mais lentos (menor banda), esta latência é relevante

E como o “SPDY” vai ajudar a contornar estes problemas?

  • Multiplexed requests. Em português, diferente do HTTP, não haverá limite de requests concorrentes em uma conexão “SPDY”.
  • Priorização de requests. Sonho de todo administrador de servidor Web. Isto evita problemas de congestionamento do canal TCP com requisições não prioritárias enquanto os requets mais importantes ficam “na fila”
  • Header compactados. Se uma página pode enviar de 50 a 100 subrequests, veja a quantidade de informação redundante e sem utilidade que trafega quando você solicita uma página

Onde está a mágica?

HTTP se baseia em múltiplas conexões para implementar concorrência. O resultado desta abordagem é uma sobrecarga no servidor e um trabalho extra no cliente para evitar esta situação (muitas conexões no servidor).

“SPDY” adiciona uma camada (framing layer) que faz a multiplexação de vários streams concorrentes através de uma única conexão TCP. E este layer é otimizado para o padrão request-response do nosso velho HTTP.

Google tem todos os motivos do mundo para deixar a Internet mundial mais rápida, sem necessidade de grandes mudanças além, é claro, de tentar “emplacar” um novo protocolo que pode (sim!) substituir o HTTP.

Repetindo a pergunta, pretensioso demais? Não sabemos. Agora, você gostaria que a sua nagevação fosse 64% mais rápida? Alguma dúvida?

Mapa de Aquisições do Google

O site MeetTheBoss preparou um infográfico com todas as aquisições do Google desde a sua fundação. O mapa detalhado (que você pode ver ao clicar na imagem diretamente no post original) informa, além dos nomes de todas as empresas, o ano da aquisição e o valor investido pelo gigante de buscas.

mapadeaquisicoesgoogle

(fonte: MeetTheBoss.com)

O texto original ainda apresenta um breve histórico do Google, desde a sua fundação (1996). Vamos ao resumo do resumo:

  • Projeto inicial: pesquisa do, na época, estudande de PhD da universidade de Stanford, Larry Page
  • Nome original do projeto: ‘BackRub‘ (ainda bem que mudaram…)
  • Próximo passo: Larry Page convidou seu amigo Sergey Brin, também aluno de PhD de Stanford, e ambos desenvolveram o algoritmo PageRank, inovador no conceito de atribuir peso à “popularidade” de uma página ou site a partir da quantidade de referências à esta
  • O domínio Google.com foi registrado em 15 de Setembro de 1997
  • O início da empresa foi em 4 Setembro de 1998
  • Primeiro investidor foi Andy Bechtolsheim, co-fundador da Sun Microsystems, que investiu meros US$ 100,000
  • A venda de anúncios iniciou em 2000 (Google AdWords)
  • Page e Brin estão atualmente entre as 6 pessoas mais ricas dos EUA

Abaixo o primeiro servidor do Google:

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Fazendo o IE se comportar com Google Chrome

chromeie.jpg Sou usuário do Google Chrome desde as primeiras versões, e o elegi como meu navegador preferido. Por três razões muito simples: velocidade, compatibilidade e estabilidade.

Se você é um usuário do Internet Explorer, agora você pode ter a chance de saber como é a navegação do Chrome, a partir do IE. O Google desenvolveu um plug-in para que o browser da Microsoft “se comporte” como o navegador do gigante de buscas: Google Chrome Frame.

Os usuários do IE (versões “6″, “7″ e “8″) poderão tirar proveito da última versão do HTML (v 5.x) e ainda constatar a performance dos código em JavaScript. Estes são alguns benefícios do plug-in liberado hoje.

Por que o Google liberaria um plug-in, open-source, para os usuários do IE? Simples. Ao fazer isto, entre outras coisa, ele fornece mais uma ferramenta para os desenvolvedores testarem suas aplicações que, por “n” razões, tem o IE como browser padrão e, em um futuro próximo, a chance de nos depararmos com uma página que só é “entendida” por um navageador será bem menor. Eu sei exatamente o que é isto porque sou usuário de Mac OS X e, às vezes, não tenho alternativa senão voltar ao Windows/IE para carregar algumas páginas específicas (não entendo porque alguns “desenvolvedores” não se preocupam com a questão da compatibilidade). Na minha opinião todos saem ganhando, incluindo a Microsoft.

É por estas e por outras que o Google é o que é.

Para tirar mais vantagens do Google Chrome Frame basta você adicionar a tag abaixo no seu código (vide imagem abaixo):

< meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="chrome=1" >
chrometag.png

Mais detalhes? Veja o vídeo abaixo preparado pelo time do Google Chrome:

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Google no BRIC

googlelogo.jpg

Não existem dúvidas de que o Google é sistema de busca mais utilizado no mundo (honrosas exceções ao Baidu na China e ao Yandex na Rússia).

No restante dos países do BRIC, Brasil e Índia, ele é líder absoluto.

Um estudo divulgado pela empresa ComScore confirma que, pelo menos no Brasil e na Índia o Google é imbatível.

Brasil e Índia

  • Brasil: Google é responsável por 89,5% de todas as pesquisas na Internet
  • Índia: Google é líder com 88,4%

Vejam como o acesso aos serviços do Google estão distribuídos nestes dois países, com base exclusivamente no percentual de utilização e não no tempo dispendido:

googleservices.png

(fonte: ComScore)

Tempo de Utilização

Quando se trata de tempo de utilização dos serviços, Brasil e Índia também lideram os “top ten” dos aplicativos desenvolvidos pela gigante de buscas da Internet.

Enquanto a média mundial fica em torno de 9%, no Brasil e Índia chega a quase 30%. Vejam o resumo abaixo, também disponibilizado no estudo da ComScore:

googleservices2.png

(fonte: ComScore)

Uma das explicações para este comportamento é que a Internet no Brasil e Índia começou a se desenvolver para valer quando o Google despontou no mundo.

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