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- 71 mil: déficit de profissionais com formação em tecnologia da informação
- 200 mil: déficit em 2013, de acordo com previsões
- 100 mil: vagas não preenchidas nos últimos 3 anos
- 70 mil: empresas de software e serviço de TI no Brasil (dados da Softex)
- 4,9% ao ano: taxa de crescimento do números de empresas de TI entre 2003 e 2007
AMCHAM, São Paulo, Workshop "Gestão de Pessoas"
- Capacitação e desenvolvimento estratégico em todos os níveis da empresa
- Importação de mão-de-obra como solução a curto prazo
- Aplicação de endomarketing (estimular entre os colaboradores o sentimento de pertecer ao grupo), não investindo somente em remunerações
- Otimização do recrutamento interno
- Desenvolvimento de plataformas de treinamento virtual, web training, destinadas aos colaboradores, porém com acompanhamento de uma liderança eficiente
- Promoção e incentivo à diversidade, criando uma cultura interna de valorização a este aspecto como fator de competitividade
- Criação de benefícios diferenciados e inovadores (com foco em redução de custos) para serem direcionados a grupos distintos de colaboradores
- Estimulo à vida de qualidade, através de conscientização sobre práticas saudáveis (espírito, corpo e mente)
- Mobilização de toda organização e formação de parcerias com sindicatos, outras empresas e governos, na busca de soluções para problemas fiscais e legais
- Reinvenção do modo de atrair, selecionar e reter jovens talentos
- As pessoas que vierem são as pessoas certas
- O que acontecer é a única coisa que poderia ter acontecido
- O momento que se iniciar é o momento certo
- Quando acabou, acabou
A editora O’Reilly acaba de lançar o livro “97 Things Every Programmer Should Know“.
Lançado em Fevereiro/2010, o livro é uma coletânea de boas práticas que todo programador deveria, no mínimo, conhecer. Nomes como Bob Martin, Scott Meyers, Dan North, Linda Rising, Udi Dahan, Neal Ford, estão entre as dezenas de colaboradores deste trabalho.
Um pequeno trecho, chamado “A Regra do Escoteiro”, escrito por Uncle Bob (Bob Martin), está disponível em PDF.
A edição impressa custa US$ 29.99 e o e-book (PDF, Android, ePub, Mobi), US$ 23.99. Um investimento que vale a pena.

Alguns meses atrás, eu preparei a arquitetura simplificada acima para um trabalho no meu MBA no IBMEC São Paulo/INSPER. É apenas um exemplo de como uma arquitetura orientada a serviços (SOA) pode auxiliar em diversas aplicações de RFID. O objetivo foi apresentar uma solução para o rastreamento de cargas e bagagens aéreas utilizando tags RFID. Este tipo de solução já é utilizada em vários aeroportos e companhias aéreas no mundo. Veja um exemplo da United Airlines (Chicago, EUA) e da Air New Zealand (Nova Zelândia).
O Mercado mundial
A International Air Transport Association (IATA) estima que, por ano, as companhiam aéreas perdem US$ 3 a 4 bilhões/ano devido aos custos por extravio de bagagens. Em um cenário de pressão por redução de custos nas passagens, concorrência acirrada, reclamação dos clientes das longas filas nos balcões de check-in, eficiência operacional etc, fica claro que alguma ação precisa ser tomada para diminuir estes custos. É um investimento perdido e, pior, com “retorno negativo”, porque além dos problemas causados aos passageiros que tiveram sua bagagem extraviada, as empresas correm o risco de não ver nunca mais aquele passageiro em seus aviões.
Números, números…:
- IATA estima que quase 33 milhões de malas são extraviadas todo ano
- Este número representa algo próximo a 1.4% de todas as bagagens
- Custo médio por bagagem extraviada: $100
A presão por redução de custos operacionais é tão grande que lá fora as empresas cobram de US$ 15 a US$ 100 adicionais simplesmente para despachar a bagagem dos seus clientes. Se esta moda pega por aqui…
Uma das soluções pode ser a utilização de RFID. Na minha opinião os custos iniciais podem até serem relativamente altos, porém os ganhos em eficiência, confiabilidade e até mesmo retenção de clientes são enormes. Você volta a utilizar os serviços de uma companhia aérea se, frequentemente, sua bagagem é extraviada? Pouco provável, certo?
Importante: não se trata apenas de imprimir tags RFID e colocar nas bagagens (sim, hoje temos impressoras que imprimem as etiquetas de RFID). Existe todo um ambiente de sistemas tais como ERP, CRM, despacho de bagagens, que precisam ser integrados e em tempo real.
As tecnologias e decisões de arquitetura para estas situações envolvem o uso de:
- SOA
- CEP (Complex Event Processing)
- Event Stream Processing (ESP)
- Event-driven Architecture
Não se assuste com a “sopa de letras” acima. Todas as tecnologias são correlatas, se complementam para a construção de um “meio-ambiente” que permita operar de forma eficiente uma solução baseada em eventos.
Investimentos: o case da Air Zealand

A Air Zealand foi além do simples controle. Ela implantou kiosks (vide foto acima) onde os passageiros despacham suas bagagens devidamente identificada com tags RFID.
O investimento foi US$ 16.5 milhões. Com este valor a empresa:
- instalou 112 kiosks como este e
- mais 84 gate scanners que são os “leitores” de etiquetas dispostos em vários locais por onde é realizado o transporte e triagem das bagagens
- tudo isto foi implantado em 26 aeroportos onde a empresa opera
Com isto ela foi a 1a. companhia aérea a oferecer RFID-enabled self-scanned check-in. Você prefere isto ou enfrentar a fila nos balcões? Isto influenciaria a escolha da sua companhia aérea? Quanto tempo você economizaria?
Como SOA ajuda
A questão central é o controle mais eficiente das bagagens e cargas, agilidade, integração dos vários sistemas, e uma grande redução de custos. Todos ganham no processo, a companhia aérea, a empresa que administra os aeroportos mas, principalmente, o cliente.
Existem middlewares utilizados em arquitetura SOA que são específicos para tratar centenas de milhares de eventos como estes gerados por etiquetas RFID. SOA é uma abordagem ideal para tratar de eventos complexos e integração de ambientes heterogêneos, com custo relativamente baixo, sem necessidade de reescrever o legado. Por tudo isto SOA é uma excelente escolha.
No próximo post vou tratar dos middlewares que são específicos para tratamento de CEP em uma arquitetura SOA. Não perca!
Este final de semana resolvi migrar a versão do Worpress do meu blog.
Estava utilizando a versão 2.6.x e migrei para a 2.8.2 (última estável).
Pânico. Ao tentar fazer o login, recebia a mensagem de erro: “Fatal error: Call to undefined function is_site_admin() in sem-google-analytics-admin.php”
Para solucionar o problema não se desepere. O que eu fiz:
- via FTP baixei e editei o arquivo “sem-google-analytics-admin.php” (ele se encontra em /wp-content/plugins/sem-google-analytics/)
- Substitui as duas ocorrências de “is_site_admin()” por “is_admin()”
- Fiz um backup do antigo “sem-google-analytics-admin.php” e fiz o upload do novo arquivo com as alterações
- Bingo!
(fonte da dica)
Na Parte I deste post mostrei a proposta do CTO da Red Hat sobre quais métricas são, de fato, relevantes quando se trata de arquiteura orientada a serviço (SOA).
Mais indicadores, desta vez Loraine Lawson, que em seu blog publicou o texto “Twelve Metrics To Monitor SOA’s ROI“ (Doze Métricas para Monitorar o Retorno do Investimento de SOA).
Segue resumo:
- Return on investment (ROI) per service. Já publicado na Parte I deste post. ROI per service pode se um indicador prévio de como será o ROI como um todo. Novamente, lembre-se que alguns serviços só executam sua tarefa de negócio dentro de um contexto específico, ou seja, são depedentes de outros serviços. Não faz sentido olhar o ROI deste serviço isoladamente, mas sim em todo conjunto de serviços que executam uma tarefa de negócio.
- Revenue per service. Nem todo serviço gera receita. Leia meio post sobre Hierarquia de Serviços em SOA.
- Service growth rate/reuse ou Number of New Services Generated and Used as a Percentage of Total Services. De acordo com o texto, esta métrica ajuda na identificação de que os serviços estão sendo reutilizados quando possível e diminuir os risco de desenvolver novos serviços redundantes.
- Business agility ou Mean Time to Service Development: quanto tempo entre o design e o deploy do serviço.
- Mean Time to Service Change. Quanto tempo para realizar a alteração de um serviço?
- Reliability medida de intervalo entre falhas (MTTF, mean time to failure) e tempo decorrido para a recuperação (MTTR, mean time to recovery). Uma das dificuldade é medir o “Custo de Serviços não Utilizados ou Seviços Parados”.
- Service Vitality Index: quanto da receita de novos serviços dos últimos 12 meses versus o total de receita de todos os serviços.
As outras 4 métricas vem de Leo Shuster, líder de SOA no National City Bank’s SOA. Ele escreveu este artigo sobre ROI em Fevereiro/2009, que também indiquei na Parte I do post. Em resumo, as métricas que ele sugere são:
- Efficiencies associated with service reuse
- Integration time savings
- Related opportunity costs
- Cost savings/avoidance
- Reduction in project and maintenance costs
Para os fiéis usuarios do ultra-rápido e inovador browser “Opera”, está disponível para download a versão 10 Alpha, agora com versão 2.2 do engine de renderização Presto.
Este post já foi escrito na versão deste navegador para Mac. Forte concorrente para o meu Google Chrome!

