Archive
Chrome 6 e o market-share mudial dos browsers
Comportamento Ações das Empresas de Cloud Computing (EUA)
Alinhamento de TI com o Negócio não faz sentido
Na antiga igreja, em Roma, havia um texto para admissão de culpa. Era chamado ”Confiteor” (expressão em Latin para “Eu Confesso”). Segue um trecho:
Zappos.com
Southwest
Para pensar
(Foto: Greenpin Chang, Flick, uso sob a licença CC) [Artigo original publicado neste meu post]
Cronologia das Linguagens de Programação
Várias anos atrás eu estava pesquisando sobre a história das linguagens de programação e achei um grande “mapa” com a linha de tempo, a cronologia, das linguagens de programação mais conhecidas (e algumas desconhecidas).
Encontrei novamente, por acaso, o mesmo mapa no site da editora O’Reilly (vide abaixo). Tudo indica que a última atualização foi feita em 2003 mas, mesmo assim, é uma excelente referência da evolução das linguagens.
Clique aqui ou na figura abaixo para ter acesso ao poster completo (PDF).
Qual país solicita mais exclusão de dados ao Google? Brasil? Será?
Sim! É o nosso querido Brasil.
A notícia interessante vem do site FastCompany.com. O Google compila e consolida todas as requisições para exclusão de informações de suas bases de dados. Registre-se que todo o mérito deste excelente infográfico é da Good Magazine, juntamente com o pessoal da MGMT.Design.
A versão em tamanho gigante deste gráfico pode ser visualizada neste link ou simplesmente clicando na figura abaixo.
Surpreso? Eu fiquei.
Nota: a China considera segredo de estado as solicitações de exclusão de dados feitas ao Google
Um Framework para Cloud Computing
No post anterior citei alguns números recentes da economia que é gerada através da adoção da Cloud Computing. Os dados foram apresentados pela Amazon.com nesta semana em um evento de Cloud Computing nos EUA.
Um Framework para Cloud Computing
O National Institute of Standards and Technology (NIST) é uma agência do departamento de comércio dos EUA. O seu papel no contexto de Cloud Computing é promover o uso efetivo e de forma segura desta tecnologia, tanto no governo como na indústria, ao promover e divulgar padrões e guias técnico sobre a Computação nas Nuvens.
(clique na imagem para visualizar no tamanho mais fácil para leitura)
Afinal, quais as Características de uma plataforma de Cloud Computing?
Podemos enumerar várias. Este artigo mostra 5 características-chave:
- On demand self-service: você pode fazer o setup, a configuração do seu ambiente sem a ajuda de ninguém
- Ubiquitous network access: disponível através de qualquer dispositivo com acesso a Internet
- Location independent resource pooling: a demanda por processamento e armazenamento são distribuídas através de uma infra-estrutura comum, em que nenhum recurso em particular é designado para um usuário específico
- Rapid elasticity: usuários que contrataram a “nuvem” podem incrementar ou decrementar a capacidade de acordo com suas necessidades, sem prévio aviso e sem intervenção do provedor dos recursos
- Pay per use: o contratante é cobrado de acordo com a quantidade e volume de recursos que utiliza: poder de processamento, banda de Internet, armazenamento etc
Seu fornecedor de Cloud Computing oferece uma “Nuvem” com algumas destas características básicas?
Economia em Cloud Computing:servidores representam 54% do custo
Quem fez esta conta foi a Amazon.com, certamente uma das empresas com mais “tempo de estrada” na Computação nas Nuvens (Cloud Computing).
Os gastos com servidores, de acordo com esta apresentação do chefe de tecnologia da Amazon.com, Dr. Werner Vogels (Ph.D em sistemas distribuídos), representam 54% do custo total para manter servidores em data-centers. Este número não inclui gastos com energia.
De acordo com a Amazon, a economia final, para a maior parte do seus clientes, chega a 90% (mínimo de 70%), quando comparada com os custos de manter esta infra-estrutura internamente.
Abaixo o resumo dos gastos mensais para manter os sistemas rodando em data-center próprio (slide extraído da apresentação do Dr. Vogels em 19/07/2010):
Se este argumento não for suficiente, veja abaixo, da mesma apresentação, o quanto utilizamos efetivamente de um servidor: 10 a 20% de utilização, em média.
Uma experiência pessoal
Cloud Computing não é a “salvação da lavoura”. Como tudo na vida, a utilização precisa ser feita de forma criteriosa. O processo passa pela rigorosa seleção de fornecedores.
Em Fevereiro/2010 eu estava à frente de um projeto de software em que toda infra-estrutura deveria ficar hospedada em data-centers de provedores. Uma das primeiras opção que nos ocorreu foi, claro, Cloud Computing. Seria a solução ideal pois não tínhamos idéia de quantos usuários iriam utilizar a solução Web-based, o volume de dados armazenados poderia crescer de forma não planejada, a banda de rede idem etc.
Procuramos um dos maiores provedores nacionais em São Paulo, onde fica a sede da empresa em que trabalhava na época, e fechamos um projeto de Cloud para hospedar o ambiente de produção.
O resumo da ópera foi o seguinte: o fornecedor “empacotou” uma série de servidores, todos com capacidade e poder de processamento limitadíssimos, e nos vendeu como se fosse uma “Nuvem”. Precisava expandir? Sem problema, bastava você pedir e mais um servidor seria adicionado… …claro que desistimos assim que recebemos os detalhes de operacionalização desta suposta “Cloud Computing” que, de “Nuvem”, não tinha nada.
(nesta Quarta, 21/07/2010, estará disponível um post com o resumo de um Framework de Cloud Computing)
atualizado em 21/07/2010 para incluir link para o novo post
O que Steve Job deveria falar amanhã sobre o problema com o iPhone 4
Pressionada pela opinião pública, milhares de reclamações (que ela tenta esconder em seus fóruns), a Apple cedeu e fará uma conferência, em sua sede, nesta Sexta (16/07/2010).
Como tudo de bom e ruim que a Apple faz e deixa de fazer, a notícia vem se espalhando em sites e blogs do mundo inteiro. A nota que achei interessante vem de um post no site MacRumors.com. O autor do texto faz uma predição de como deveria ser a fala de Steve Jobs (se é que ele vai falar).
Apesar da seriedade do problema, não pude deixar de rir. Quem está acostumado a ouvir as palestras do chefe da Apple vai verificar que ele faz as mesmas construções gramaticais, utiliza as mesmas palavras e expressões de Jobs. No final do dia, talvez seja isto que todos gostariam de ouvir da Apple. Isto é o mais importante.
Em uma tradução livre, segue alguns trechos:
Apresentação “Gerando Valor com SOA”
Em Outubro/2009 eu fiz uma apresentação para uma grande empresa de desenvolvimento de software. O tema era Como Gerar Valor com SOA ou Como Vender SOA na Crise.
Fiz um resumo desta apresentação e disponibilizei no SlideShare.net para visualização e/ou download. São apenas 10 slides de conteúdo (12 no total).
Se você encontrar seu (sua) chefe no elevador, mostre apenas os slides 4 e 5 (“Como Vender SOA na Crise“). Se ele(a) ficar convencido, peça uma reunião de 30 minutos e apresente o restante.
Diferente do que se recomenda para as apresentações, não inclui muitos gráficos (perdoem-me pelo excesso de textos nos slides).
O objetivo desta apresentação é compartilhar com todos vocês algumas dicas de como é possível “vender” SOA. Estas notas são resultado da experiência prática de tentar mostrar o valor de SOA e como ela pode ajudar no nosso desafio diário de construir soluções de software e integrá-las.










