Cronologia das Linguagens de Programação

July 26th, 2010 davi No comments

Várias anos atrás eu estava pesquisando sobre a história das linguagens de programação e achei um grande “mapa” com a linha de tempo, a cronologia, das linguagens de programação mais conhecidas (e algumas desconhecidas).

Encontrei novamente, por acaso, o mesmo mapa no site da editora O’Reilly (vide abaixo). Tudo indica que a última atualização foi feita em 2003 mas, mesmo assim, é uma excelente referência da evolução das linguagens.

Clique aqui ou na figura abaixo para ter acesso ao poster completo (PDF).

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Qual país solicita mais exclusão de dados ao Google? Brasil? Será?

July 23rd, 2010 davi 1 comment

Sim! É o nosso querido Brasil.

A notícia interessante vem do site FastCompany.com. O Google compila e consolida todas as requisições para exclusão de informações de suas bases de dados. Registre-se que todo o mérito deste excelente infográfico é da Good Magazine, juntamente com o pessoal da MGMT.Design.

A versão em tamanho gigante deste gráfico pode ser visualizada neste link ou simplesmente clicando na figura abaixo.

Surpreso? Eu fiquei.

Nota: a China considera segredo de estado as solicitações de exclusão de dados feitas ao Google

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Um Framework para Cloud Computing

July 21st, 2010 davi No comments

No post anterior citei alguns números recentes da economia que é gerada através da adoção da Cloud Computing. Os dados foram apresentados pela Amazon.com nesta semana em um evento de Cloud Computing nos EUA.

Um Framework para Cloud Computing

O National Institute of Standards and Technology (NIST) é uma agência do departamento de comércio dos EUA. O seu papel no contexto de Cloud Computing é promover o uso efetivo e de forma segura desta tecnologia, tanto no governo como na indústria, ao promover e divulgar padrões e guias técnico sobre a Computação nas Nuvens.

(clique na imagem para visualizar no tamanho mais fácil para leitura)

Afinal, quais as Características de uma plataforma de Cloud Computing?

Podemos enumerar várias. Este artigo mostra 5 características-chave:

  1. On demand self-service: você pode fazer  o setup, a configuração do seu ambiente sem a ajuda de ninguém
  2. Ubiquitous network access: disponível através de qualquer dispositivo com acesso a Internet
  3. Location independent resource pooling: a demanda por processamento e armazenamento são distribuídas através de uma infra-estrutura comum, em que nenhum recurso em particular é designado para um usuário específico
  4. Rapid elasticity: usuários que contrataram a “nuvem” podem incrementar ou decrementar a capacidade de acordo com suas necessidades, sem prévio aviso e sem intervenção do provedor dos recursos
  5. Pay per use: o contratante é cobrado de acordo com a quantidade e volume de recursos que utiliza: poder de processamento, banda de Internet, armazenamento etc

Seu fornecedor de Cloud Computing oferece uma “Nuvem” com algumas destas características básicas?

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Economia em Cloud Computing:servidores representam 54% do custo

July 20th, 2010 davi No comments

Quem fez esta conta foi a Amazon.com, certamente uma das empresas com mais “tempo de estrada” na Computação nas Nuvens (Cloud Computing).

Os gastos com servidores, de acordo com esta apresentação do chefe de tecnologia da Amazon.com, Dr. Werner Vogels (Ph.D em sistemas distribuídos), representam 54% do custo total para manter servidores em data-centers. Este número não inclui gastos com energia.

De acordo com a Amazon, a economia final, para a maior parte do seus clientes, chega a 90% (mínimo de 70%), quando comparada com os custos de manter esta infra-estrutura internamente.

Abaixo o resumo dos gastos mensais para manter os sistemas rodando em data-center próprio (slide extraído da apresentação do Dr. Vogels em 19/07/2010):

Se este argumento não for suficiente, veja abaixo, da mesma apresentação, o quanto utilizamos efetivamente de um servidor: 10 a 20% de utilização, em média.

Uma experiência pessoal

Cloud Computing não é a “salvação da lavoura”. Como tudo na vida, a utilização precisa ser feita de forma criteriosa. O processo passa pela rigorosa seleção de fornecedores.

Em Fevereiro/2010 eu estava à frente de um projeto de software em que toda infra-estrutura deveria ficar hospedada em data-centers de provedores. Uma das primeiras opção que nos ocorreu foi, claro, Cloud Computing. Seria a solução ideal pois não tínhamos idéia de quantos usuários iriam utilizar a solução Web-based, o volume de dados armazenados poderia crescer de forma não planejada, a banda de rede idem etc.

Procuramos um dos maiores provedores nacionais em São Paulo, onde fica a sede da empresa em que trabalhava na época, e fechamos um projeto de Cloud para hospedar o ambiente de produção.

O resumo da ópera foi o seguinte: o fornecedor “empacotou” uma série de servidores, todos com capacidade e poder de processamento limitadíssimos, e nos vendeu como se fosse uma “Nuvem”. Precisava expandir? Sem problema, bastava você pedir e mais um servidor seria adicionado… …claro que desistimos assim que recebemos os detalhes de operacionalização desta suposta “Cloud Computing” que, de “Nuvem”, não tinha nada.

(nesta Quarta, 21/07/2010, estará disponível um post com o resumo de um Framework de Cloud Computing)

atualizado em 21/07/2010 para incluir link para o novo post

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O que Steve Job deveria falar amanhã sobre o problema com o iPhone 4

July 15th, 2010 davi No comments

Pressionada pela opinião pública, milhares de reclamações (que ela tenta esconder em seus fóruns), a Apple cedeu e fará uma conferência, em sua sede, nesta Sexta (16/07/2010).

Como tudo de bom e ruim que a Apple faz e deixa de fazer, a notícia vem se espalhando em sites e blogs do mundo inteiro. A nota que achei interessante vem de um post no site MacRumors.com. O autor do texto faz uma predição de como deveria ser a fala de Steve Jobs (se é que ele vai falar).

Apesar da seriedade do problema, não pude deixar de rir. Quem está acostumado a ouvir as palestras do chefe da Apple vai verificar que ele faz as mesmas construções gramaticais, utiliza as mesmas palavras e expressões de Jobs. No final do dia, talvez seja isto que todos gostariam de ouvir da Apple. Isto é o mais importante.

Em uma tradução livre, segue alguns trechos:

O iPhone 4 tem sido o nosso produto de maior sucesso até aqui. Estamos todos maravilhados e lisonjeados com o volume de vendas sem precedentes que vimos nas últimas semanas. De longe, é o nosso maior lançamento. Milhões de pessoas estão adorando a nova tecnologia de display – Retina – do  novo iPhone 4 etc. Tremendo.
Nós na Apple fizemos melhorias incríveis na recepção dos sinais de rádio (RF) do aparelho. …
Temos conhecimento de alguns relatos em que algumas pessoas experimentaram problemas de recepção de sinal com seus iPhones 4 se segurados de uma determinada forma. Reconhecemos que o surgimento destes problemas está relacionado com o design da “inovadora” antena externa, mas esta questão tomou um proporção exagerada devido ao problema de como a barra de sinal é apresentada.
Temos plena confiança no projeto como um todo do nosso produto. Tanto é que hoje estamos anunciando que qualquer um que comprar um iPhone 4 nestes primeiros 6 meses podem devolvê-lo – sem nenhum questionamento – até 30 dias depois da compra, sem nenhuma taxa adicional, independente de loja autorizada onde o aparelho foi comprado. Nesta conta estão inclusos os 1.7 milhões de pessoas que compraram o iPhone 4 no dia do lançamento. Temos absoluta certeza que você amará seu iPhone.
Adicionalmente, na próxima semana iremos liberar uma atualização de software que conterá (entre outras melhorias) dois itens importantes:
1) Fará com que o sinal seja exibido de forma mais correta e
2) Conterá uma atualização para o receptor de rádio do iPhone que irá melhorar e maximizar o poder do sinal mesmo quando você segurar as duas antenas de uma só vez
Por último, qualquer um que já comprou um iPhone 4 receberá da Apple US$ 50 em forma de bônus para gastar em nossas lojas. …
Isto é tudo que temos para anunciar hoje. Obrigado a todos por comparecerem.
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Apresentação “Gerando Valor com SOA”

July 13th, 2010 davi No comments

Em Outubro/2009 eu fiz uma apresentação para uma grande empresa de desenvolvimento de software. O tema era Como Gerar Valor com SOA ou Como Vender SOA na Crise.

Fiz um resumo desta apresentação e disponibilizei no SlideShare.net para visualização e/ou download. São apenas 10 slides de conteúdo (12 no total).

Se você encontrar seu (sua) chefe no elevador, mostre apenas os slides 4 e 5 (“Como Vender SOA na Crise“). Se ele(a) ficar convencido, peça uma reunião de 30 minutos e apresente o restante.

Diferente do que se recomenda para as apresentações, não inclui muitos gráficos (perdoem-me pelo excesso de textos nos slides).

O objetivo desta apresentação é compartilhar com todos vocês algumas dicas de como é possível “vender” SOA. Estas notas são resultado da experiência prática de tentar mostrar o valor de SOA e como ela pode ajudar no nosso desafio diário de construir soluções de software e integrá-las.

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Mapeando a utilização das redes sociais no mundo

July 3rd, 2010 davi 1 comment

A edição de Julho-Agosto/2010 da revista Harvard Business Review traz um infográfico interessante sobre a utilização das redes sociais no mundo.

A Pesquisa e sua Fonte de Dados

Mikolaj Jan Piskorski é professor associado na universidade de Harvard. Ele, um assistente e um designer gráfico, mapearam como as redes sociais são utilizadas ao redor do mundo e alguns países específicos e produziram um pequeno artigo com estes gráficos. O Brasil é um deles.

A fonte de dados utilizada foi o Trendstream Global Web Index, com dados atualizados de 16 países nos 5 continentes. Se você se interessa pelo assunto a visita ao site vale a pena.

Para entender o infográfico, é importante ler corretamente o que cada “pedaço de pizza” representa:

Brasil, EUA e Índia

A seguir compare o gráfico destes 3 países. Lembre-se que o grande círculo “cinza” representa a população que tem acesso à Internet (vide legenda acima).

(fonte dos gráficos: Trendstream Global Web Index)

O Infográfico da Harvard Business Review

Atenção para a identificação dos 2 eixos do infográfico: “Usuários da Internet que escrevem um Blog” versusUsuários da Internet que mantém um perfil em alguma rede social” (clique para ter acesso ao gráfico original):

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IBM vai adotar internamente o Firefox como browser padrão

July 1st, 2010 davi No comments

Mozila FirefoxQuem afirmou isto foi Bob Sutor, um dos principais executivos da “big blue” na área de Linux e Open-Source.

Em uma empresa com mais de 400,000 funcionários e colaboradores no mundo inteiro, você deve imaginar a variedade de browsers que eles utilizam. Então, entre tantas opções, veja abaixo os principais motivos que Sutor listou para definir que “o” browser da IBM será o Firefox:

- O Firefox utiliza a mesma estratégia-chave da IBM: compromisso e interoperabilidade através de padrões abertos

- É open-source e seu desenvolvimento é mantido pela comunidade, sem nenhuma ingerência de qualquer empresa

- É seguro e tem um roadmap definido

- É extensível e pode ser customizado para aplicações específicas e para empresas, como a IBM

- Está um passo à frente em muitas funcionalidades inovadoras e tem forçado os outros browsers a “correrem atrás do prejuízo”

Palavras do Mr. Sutor. Quer mais detalhes? Veja o post do seu blog.

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ROI de Software: calcular ou não calcular? Eis a questão!

June 5th, 2010 davi No comments

O diálogo ao lado (do excelente Geek and Poke) pode ser traduzido livremente assim:

- Qual o ROI (retorno do investimento) do sistema que vocês estão para liberar?
- Está na mesma faixa do sistema que implantamos no ano passado
- [silêncio]…
- Em outras palavras, vocês não tem a menor idéia.
- Exato!

Em se tratando de ROI de software existem 2 tipos de organização: aquelas que não tem a mínima idéia do ROI dos sistemas e aquelas que acham que conhecem o ROI dos seus projetos de software.

Existem culpados?

Sim. A complexidade atual. Quer queiramos ou não, os processos de negócio mudam mais rápido do que o tempo de codificarmos “Hello world!” em PERL:

$ perl -e 'print "Hello World\n"'

As organizações mudam, as motivações e objetivos que definiram a construção de uma aplicação mudam entre o início e o final de um projeto. Isto para não falarmos das aplicações que planejamos e codificamos e no final… …lá se vão milhares de linhas de código para o repositório de “projetos solicitados e nunca sequer utilizados”.

Sejamos realistas. Diante de toda esta inevitável complexidade, será que aquele ROI que está destacado na planilha dos gerente de projetos ou dos departamentos de processos, está minimamente correto?

Em minha opinião, devemos calcular ganhos financeiros, de tempo dos processos, da redução de pessoal (efeito colateral quase sempre inevitável), de redução dos lead time dos processos, “ganhos” de produtividade etc etc etc. O ROI, entretanto, este não é tão simples assim.

Que podemos fazer?

As dicas abaixo foram citadas no blog CIO Dashboard (Chris Curran). Em resumo, Chris sugere 5 ações que podem nos ajudar a chegarmos mais próximo do ideal do ROI de um sistema.

1. Valide e Re-Valide o Business Case

Escopo e fases fazem sentido do ponto de vista do negócio? Você pode ter uma opinião não tendenciosa? Que tal solicitar uma opinião de alguém experiente, de uma área não relacionada com o projeto?

2. Defina um Benefício Mensurável

Pode ser simples, mas é melhor definir um ou mais benefícios mensuráveis do que apresentar apenas “promessas de PowerPoint”. Defina, faça as medições antes e depois e veja o resultado na prática.

3. Cada Projeto deve ter seu Plano de Benefícios

Cada sistema tem propósitos e um ciclo de vida ou roadmap próprio. Da mesma forma, cada um deles deve ter o seu próprio plano de benefícios devidamente documentados.

4. Acompanhe os Benefícios do Portfólio de Projetos

Esta é uma dica para as empresas que tem sistemas complexos de TMOs (Technology Management Offices) ou PMOs devidamente estabelecidos. Um dos mais complexos e abrangentes é o Primavera (adquirido pela Oracle).

5. Crie um Painel (Dashboard) e Exiba os Benefícios do Projeto

Quem não se comunica… …pois é, o projeto traz muitos benefícios, ou potenciais benefícios, e toda esta informação fica restrita à equipe de TI. Existe algum benefício, algum ganho? Utilize a comunicação visual e apresenta-a em formato de dashboard.

Boa sorte!

p.s.: interessado em um livro sobre o assunto? Que tal “Maximizing ROI on software development” de Vijay Sikka (ex-Intel e fundador da Sikka Software Corporation)

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Pai da Linguagem Java deixa a Oracle

April 11th, 2010 davi No comments

Para quem não conhece, o Sr. da foto ao lado é James Gosling, o criador da linguagem Java. Na Sexta, 09/Abr/2010, ele anunciou em seu blog sua saida da Oracle.

No post original ele informa que deixou a empresa no dia 02/Abr/2010 e ainda não iniciou a procura por emprego.

Gosling engrossa a fila dos ex-Sun que deixaram Larry Ellison falando sozinho. Antes dele foi o ex-CEO da Sun, Jonathan Schwartz, e um dos inventores do XML, Tim Bray, que foi para a Google.

Quem será o próximo? Façam suas apostas!

(fonte: NYTimes.com)

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